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MOSTRA DIRETORAS PREMIADAS

14 a 19 de setembro 19h30 - acesso livre

Av. Córrego das Corujas, em frente a Escola Classe 66 - Sol Nascente etapa 3

 

AVANTE, CAMARADAS (curta),
de Micheline Bondi . documentário . cor/p/b . 14min . RJ . 1986

Composta nos anos 20 por Antônio Espírito Santo, mestre da banda de Angical (BA), a canção Avante Camaradas, uma homenagem à Coluna Prestes, acabou indo parar no hinário das Forças Armadas Brasileiras.
PRÊMIO DE MELHOR CURTA-METRAGEM JÚRI OFICIAL DO FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO 1987.

DIÁRIO NOTURNO (curta),
de Monique Gardenberg . ficção . cor . 26min . RJ . 1993

Uma mulher trabalha numa repartição pública, há 16 anos, onde carimba, numera e rubrica documentos idênticos. É solitária, e se refugia do mundo no seu apartamento moribundo. A sua única fuga é através dos seus sonhos, que são cheios de vida, fantasia e emoção.
ELENCO: MARIETA SEVERO,VERA HOLTZ, CHICO DIAZ E KIKI LAVIGNE
PRÊMIO DE MELHOR CURTA-METRAGEM JÚRI OFICIAL DO FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO 1993.

É PROIBIDO FUMAR (longa),
de Anna Muylaert . ficção . cor . 35mm . 86min . SP . 2009

Sozinha no apartamento que herdou da mãe, Baby vive entre intrigas com as irmãs e as aulas de violão que dá para meia dúzia de alunos desinteressados. O cigarro é sua melhor companhia. Quando o músico Max se muda para o apartamento vizinho, ela vê sua chance de voltar à vida. Para fazer vingar o romance inesperado, enfrentará qualquer ameaça. Vai descobrir que o cigarro é o primeiro, mas não o maior de seus inimigos.
ELENCO: GLÓRIA PIRES, PAULO MIKLOS, MARISA ORTH, ALESSANDRA COLASANTI, DANI NEFUSSI, LOURENÇO MUTARELLI, PAULA PRETTA, LILI ANGEL, LUCAS MACHADO CANDEIAS, EMERSON DANESI, HENRIQUE SILVEIRA, THOGUN, THEO WERNECK, MAGNU SOUZA, MAURÍLIO DE OLIVEIRA, PITTY, PAULO CÉSAR PERÉIO, ANTONIO ABUJAMRA, ANDRÉ ABUJAMRA, JOSÉ ABUJAMRA, MARCELO MANSFIELD E RAFAEL RAPOSO
PREMIADO COM SETE PRÊMIOS NO FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO/2009, ENTRE ELES PRÊMIO DE MELHOR FILME JÚRI OFICIAL, MELHOR ATRIZ (GLÓRIA PIRES) E MELHOR ATOR (PAULO MIKLOS).

CIDADÃO JATOBÁ (curta),
de Maria Luiza d'Aboim . documentário . cor . 14min . MT . 1987

Um grupo de índios jovens de diferentes etnias do Parque Nacional do Xingu aprende a construir a tradicional canoa feita da casca do jatobá. Devido às limitações do parque, esse tipo de canoa de rápido feitio, que servia principalmente para a exploração das redondezas, deixou de ser usada e só os mais velhos da aldeia ainda sabem construí-la.
PRÊMIO DE MELHOR DOCUMENTÁRIO JÚRI OFICIAL DO FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO 1987.

CALIGRAMA (média),
de Eliane Caffé . p/b . 29min . SP . 1995

Caligrama é um ensaio poético construído a partir do repertório de sons, gestos, imagens, palavras e objetos dos homens de rua que habitam a cidade de
São Paulo.
ELENCO: AGNALDO SEBALHO, ANTONIO DIAS DA ROCHA, LEONARDO VILLAR, JOFRE SOARES E JONAS BLOCH
PRÊMIO DE MELHOR DOCUMENTÁRIO JÚRI OFICIAL DO FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO 1995.

A HORA DA ESTRELA (longa),
de Suzana Amaral . ficção . cor . 96min . SP . 1985

Macabéa é uma imigrante nordestina, que vive em São Paulo. Ela trabalha como datilógrafa em uma pequena firma e vive em uma pensão miserável, onde divide o quarto com outras três mulheres. Macabéa não tem ambições, apesar de sentir desejo e querer ter um namorado. Um dia ela conhece Olímpico um operário metalúrgico com quem inicia namoro. Só que Glória, colega de trabalho de Macabéa, tem outros planos após se consultar com uma cartomante.
ELENCO: JOSÉ DUMONT, MARCÉLIA CARTAXO, FERNANDA MONTENEGRO E TAMARA TAXMAN
PRÊMIO DE MELHOR FILME JÚRI OFICIAL E JÚRI POPULAR DO FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO 1985.

A MENINA E A CASA DA MENINA (curta),
de Maria Helena Saldanha . cor e p/b . 9min . SP . 1979

Em Americanópolis, favela situada a 30 minutos de São Paulo, o cotidiano de crianças faveladas como Rosana, que aos 11 anos cuida de seus sete irmãos, faz as tarefas domésticas e vai à escola.
ELENCO: NARRAÇÃO: KÁTIA D'ÂNGELO
PRÊMIO DE MELHOR CURTA-METRAGEM JÚRI POPULAR DO FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO 1980.

PENA PRISÃO (média),
de Sandra Werneck . cor . 35min . RJ . 1983

O cotidiano do Instituto Penal Talavera Bruce, prisão feminina no Rio de Janeiro: trabalho, inatividade, recreação e relações afetivas. Um questionamento da instituição penal, da justiça e do mundo do lado de fora das grades.
ELENCO: NARRAÇÃO: ÍTALA NANDI
PRÊMIO DE MELHOR FILME JÚRI POPULAR DO FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO 1983.

BICHO DE 7 CABEÇAS (longa),
de Laís Bodanzky . ficção . cor . 88min . 2000

Neto é um jovem estudante de classe média baixa. Ele não suporta a presença do pai. O pai não se interessa pelo mundo do filho. O vazio entre eles cresce a cada dia. A distância é intransponível. A comunicação termina gerando atitudes radicais, que acabarão colocando Neto atrás dos muros de um manicômio.
ELENCO: RODRIGO SANTORO, OTHON BASTOS, CÁSSIA KISS, DANIELA NEFUSSI E JAIRO MATTOS
PREMIADO COM NOVE PRÊMIOS NO FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO/2000, ENTRE ELES PRÊMIO DE MELHOR FILME JÚRI OFICIAL E MELHOR ATOR PARA RODRIGO SANTORO.

UMA CASA MUITO ENGRAÇADA (curta),
de Toshie Nishio . animação . cor . 3min . RJ . 1996

Era uma casa que não tinha teto, não tinha nada. Mas há uma outra que tem isso tudo e muito mais.
PRÊMIO DE MELHOR CURTA-METRAGEM DO FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO 1996.

MINHA VIDA, NOSSA LUTA (média),
de Suzana Amaral . documentário . cor . 32min . SP . 1979

Este filme faz parte de uma programação especial para o Ano Internacional da Criança onde a preocupação não é só mostrar a criança e seus problemas, mas também o contexto onde está inserida. E falar em criança, é falar na família, na comunidade. E foi adentrando a comunidade da periferia que pude sentir a grande solidariedade humana, a preocupação com os problemas comuns e como um Grupo Resoluto de Mulheres se uniu para tentar resolver suas necessidades 'que são muitas, são muitas...' Fala-se muito de participação comunitária, mas ninguém sabe como se faz, nas elites intelectuais, políticas e sociais. Neste filme, o exemplo de como se pode fazer participação comunitária e como em união e luta as coisas poderão ser conseguidas, sem paternalismos.
PRÊMIO DE MELHOR DOCUMENTÁRIO DO FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO 1979.

TERRA PARA ROSE (longa),
de Tetê Moraes . documentário . cor . 84min . RS . 1987

Rose é uma agricultora sem-terra que, com outras 1.500 famílias, parti-
cipou da primeira grande ocupação de uma terra improdutiva, a fazenda Annoni, no Rio Grande do Sul. Fala do início de um polêmico e importante movimento social, o MST (Movimento Sem-Terra). Rose deu à luz ao primeiro bebê que nasceu no acampamento e foi morta num estranho acidente.
PRÊMIO DE MELHOR FILME JÚRI OFICIAL DO FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO 1987.

QUE BOM TE VER VIVA (longa),
de Lúcia Murat . documentário . cor . 100min . RJ . 1989

A vida de mulheres brasileiras que, motivadas pela ditadura militar, aderiram à resistência armada. Misturando ficção e realidade, o filme retrata dolorosas experiências e esforço para reconstruir suas vidas.
ELENCO: IRENE RAVACHE.
PRÊMIO DE MELHOR FILME JÚRI OFICIAL E JÚRI POPULAR DO FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO 1989.