PROGRAMAÇÃO DIÁRIA

LANÇAMENTOS

  • + Livro: FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO, MEMÓRIA CRÍTICA

    Organizado por José Carlos Avellar e Hernani Heffner
    Um festival de cinema ocorre tanto no momento em que exibe e promove o debate dos filmes que integram suas mostras quanto na discussão temáticas, a qual se estende em críticas, comentários, entrevistas, resenhas e ensaios que passam a circular em jornais e revistas, e hoje também nas mais diversas publicações na internet. Reunidas nessa memória, o conjunto de críticas sobre os filmes de longa-metragem premiados com o Candango de Melhor Filme são um exemplo dessa ampliação do que a cada ano é iniciado no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. O livro oferece uma seleção de críticas aos filmes vencedores do festival, demonstrando a imensa diversidade de abordagens, compreensão e provocações que um título pode suscitar.

    JOSÉ CARLOS AVELLAR
    Critico de cinema, com colaborações publicadas em jornais e revistas. Autor, entre outros, dos livros O chão da palavra - cinema e literatura no Brasil, A ponte clandestina, teorias de cinema na América Latina e O cinema dilacerado. Consultor do Festival de Berlim e programador de cinema do Instituto Moreira Salles. Uma coletânea de seus textos se encontra em www.escrevercinema.com.

    HERNANI HEFFNER
    Diretor de conservação da cinemateca do Museu de Arte Moderna (MAM). Formado em Comunicação, habilitação cinema, pela Universidade Federal Fluminense (UFF), é professor na Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro e da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e do  CINETV-PR da Faculdade de Artes do Paraná. Alguns de seus artigos integram as coletâneas Cinema: Aprender e Desaprender (Booklinks, 2007), Ciência em foco: relações entre cinema e ciência (Garamond, 2008) e Aprender com experiências do cinema (Booklinks, 2009).

     

  • + Livro: CATÁLOGO BRASÍLIA 5.2 – CINEMA E MEMÓRIA

    de BERÊ BAHIA
    Obra que apresenta uma ampla pesquisa, baseada em documentos colhidos ao longo de 52 anos de história. Mapeamento da produção brasiliense e do FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO desde 1969, primeiro ano em que um filme de Brasília concorreu ao FBCB - Pirenópolis, o Divino e as Máscaras, de Lyonel Lucini, a 2012; Mapa da Mostra Brasília de 1996 a 2012; Cronologia do movimento cineclubista de Brasília; Festivais do Filme Brasiliense (capítulo do Super 8 ao digital); Breve histórico do Polo de Cinema Grande Otelo e Jornal da Tela (curiosidades sobre fatos ocorridos no Festival de Brasília).

    BERÊ BAHIA
    Nascida na cidade baiana de Jacobina, Berê Bahia é fascinada por cinema desde a infância. Em Brasília, foi funcionária na Embrafilme, do então Ministério da Educação e Cultura, quando surgiu o interesse pela pesquisa de filmes brasileiros, a vida de atores, diretores e produtores. Tornou-se também cineclubista e programadora de filmes. Entre os catálogos que lançou estão O Olhar da Igreja, sobre as produções premiados com o Margarida de Prata, da CNBB, 100 Anos de Cinema – 1895-1995: O Olhar Poético de Jussara Queiróz, 30 Anos de Cinema e Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Pra Falar da Dor, sobre a vida do ator Eduardo Conde, além de Luz, Câmera, Mesa e Ação: o cinema brasileiro na cozinha (2003). Atualmente, finaliza o projeto sobre os 50 anos de cinema na capital federal intitulado Brasília 5.2 – Cinema e Memória.

     

  • + Livro: ALMA

    de Antônio Carlos Fontoura, publicado pelo Cine Literário

    Segundo José Loureiro, o autor levou anos para compor o romance Alma - uma caixa de surpresas e, também, de certa maneira, uma homenagem à saudosa roteirista Regina Lúcia Viana Braga.

    ANTÔNIO CARLOS DA FONTOURA
    Produz, escreve e dirige para cinema e televisão. Nome de referência do Cinema Novo e premiado cineasta. Entre suas obras destacam-se os curtas Heitor dos Prazeres (1965), Ver/Ouvir (1966), Meu Nome é Gal (1970), Mutantes (1970), Brasília Segundo Alberto Cavalcanti (1972) e Ouro Preto e Scliar (1972). Dirigiu ainda os longas Copacabana Me Engana (1968), A Rainha Diaba (1973), Cordão de Ouro (1976), Espelho de Carne (1985), Uma Aventura do Zico (1998) e No Meio Da Rua (2006). Na televisão, dirigiu os seriados Ciranda Cirandinha, Plantão de Polícia, Você Decide, Brava Gente e Carga Pesada e as minisséries Chapadão do Bugre e Capitães da Areia. Seu trabalho mais recente é o roteiro e direção do longa Gatão de Meia Idade, de 2006. 

  • + DVD: PARALELO 10

    de Silvio Da-Rin, 87min, RJ, 2011

    O novo longa-metragem de Silvio Da-Rin é uma incursão em profundidade ao pensamento de um indigenista e à realidade de uma região da Amazônia. José Carlos Meirelles é um dos mais destacados sertanistas brasileiros. Sua atuação na Funai foi decisiva para a implantação da atual política de respeito à escolha dos índios que não querem contatos com não-índios.  O indigenista foi o criador da Frente de Proteção Etnoambiental do Rio Envira, no Acre, próximo à fronteira com o Peru, área do Paralelo 10°Sul.
    Sinopse: Um barco sobe o Rio Envira, no Acre, levando o sertanista José Carlos Meirelles e o antropólogo Terri de Aquino. Eles vão discutir com índios Madijá e Ashaninka como atenuar o tenso relacionamento com os índios "brabos" que habitam a região.

    SILVIO DA-RIN
    Diretor cinematográfico com mais de uma dezena de filmes e vídeos, vários premiados em festivais brasileiros e internacionais, como Paralelo 10, Hércules 56, Igreja da libertação, Nossa América, Príncipe do fogo e Fênix. Gravou o som de mais de 150 filmes, ministrou cursos e oficinas nas áreas de som para cinema e documentário e publicou vários artigos e livros, como Espelho partido: tradição e transformação do documentário. Foi presidente da Federação de Cineclubes do Rio de Janeiro, da Cooperativa dos Realizadores Cinematográficos Autônomos, da Associação Brasileira de Documentaristas e vice-presidente da Associação Brasileira de Cineastas/Abraci-RJ. Atuou ainda como Secretário do Audiovisual do Ministério da Cultura, de 2007 a 2010, e como Gerente Executivo de Articulação Internacional e Licenciamento da EBC/TV Brasil, até março de 2012.

  • + DVD: DOCTV - OPERAÇÃO DE REDE

    organizado por Maria do Rosário Caetano, com apresentação do ex-secretário do Audiovisual, Orlando Senna, e editado pelo Instituto Cinema em Transe.

    O programa, criado em 2003 pela Secretaria do Audiovisual, produziu até 2010 mais de 170 filmes, somando três mil horas de documentários nas TVs públicas do Brasil. A partir da colaboração de 10 estudiosos do cinema brasileiro, o livro reúne informações sobre os mais de 200 documentários realizados no Brasil e em outros países. Cada um escolheu um filme para analisar: Cidadão Jacaré, de Firmindo Holanda e Petrus Cariry, por Amir Labaki; Jesus no Mundo Maravilha, de Newton Cannito, por Jean-Claude Bernardet; Morro do Céu, de Gustavo Spolidoro, por Ivonete Pinto; Preto Contra Branco, de Wagner Morales, por Ismail Xavier; Depois Rola o Mocotó, de Demora Herzenhut e Jeferson Oliveira, por Ivana Bentes; Acidente, de Cao Guimarães e Pablo Lobato, por Carlos Alberto de Mattos; Avenida Brasília Formosa, de Gabriel Mascaro, por de Neusa Barbosa;  Inal Mama, de Eduardo Lopez, por Lúcio Vilar; Querido Camilo, de Daniel Ross e Júlio Molina, por Suzana Schild; As Vilas Volantes, de Alexandre Veras, por Karla Holanda. Em convênio com a Secretaria do Audiovisual, o livro é uma publicação do Instituto Cinema em Transe.

  • + DVD: CURTAS DE HELVÉCIO MARINS

    Coletânea de curtas em DVD pela Lume Filmes

    Curtas-metragens: 2 Homens - Dois homens estão sentados num bar cheio de gente, sem dizer nada, sem fazer nada, sem pensar em nada. | Alma nua - Sutil aproximação ao feminino. | Nascente - A vida flui e se renova como água, o destino torna-se nascente. Nem marcha nem chouta - Nem lá nem cá... | Trecho - O filme acompanha a caminhada de Libério por estradas que o levam de Belo Horizonte a Recife. Um diário imagético e sonoro remonta uma viagem realizada há oito anos. As lembranças e os questionamentos do personagem se mostram transformados pelo passar do tempo, pela paisagem e pela própria experiência do filme.

    HELVÉCIO MARINS JR.
    Pós-graduado em cinema pela PUC-MG, seus filmes vem sendo exibidos por diversos países, tendo ainda recebido mais de 50 prêmios em festivais internacionais e brasileiros, como Veneza, Havana, Nantes, Barcelona, Mar del Plata e Brasília Girimunho, seu primeiro longa, teve sua estreia mundial no 68º Festival de Veneza, onde recebeu o prêmio Interfilm. Em julho de 2012, o festival internacional de Vila do Conde, exibiu uma retrospectiva de sua obra. Atualmente, está em curso o seu segundo longa como diretor, A mulher do homem que come raio laser.