PROGRAMAÇÃO DIÁRIA

MOSTRA COMPETITIVA

LONGA-METRAGEM

Ficção

ver todos os filmes

A MEMÓRIA QUE ME CONTAM

Direção: Lucia Murat | Ficção, cor, 35mm, 95min, RJ, 2012
Elenco:
Irene Ravache, Franco Nero, Simone Spoladore, Otávio Augusto, Zecarlos Machado, Clarisse Abujamra, Hamilton Vaz Pereira, Miguel Thiré e Patrick Sampaio



DATA E LOCAL DE EXIBIÇÃO

19 de setembro de 2012, 21h
sala Villa-Lobos do Teatro Nacional Claudio Santoro
Teatro SESC Newton Rossi Ceilândia, Teatro de Sobradinho, Teatro Paulo Autran SESC Taguatinga e Teatro SESC Gama

20 de setembro de 2012, 16h e 21h
CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil

SINOPSE

Um drama irônico sobre utopias derrotadas, terrorismo, comportamento sexual e a construção de um mito. Um grupo de amigos que resistiram à ditadura militar, acompanhados de seus filhos, vão enfrentar o conflito entre o cotidiano de hoje e o do passado quando um deles está morrendo.



CRÉDITOS

Produção executiva: Daniel Lion, Denis Feijão e Martha Ferraris
Roteiro: Lucia Murat e Tatiana Salem Levy
Fotografia: Guillermo Nieto
Montagem: Mair Tavares
Som: José Louzeiro Moreau
Direção de arte e cenografia: Ana Rita Bueno
Figurino: Inês Salgado
Trilha sonora e música original: Diego Fontecilla
Produtora: Taiga Filmes 



DIREÇÃO

Lucia Murat
Seu primeiro longa-metragem, Que bom te ver viva (1988), estreou internacionalmente no Festival de Toronto, contribuindo para revelar uma cineasta dedicada a temas políticos e femininos. Nele, depoimentos de mulheres torturadas durante a ditadura militar se intercalam com cenas ficcionais protagonizadas por Irene Ravache. Entre muitos prêmios, foi escolhido melhor filme do júri oficial, júri popular e crítica no Festival de Brasília de 1989. A preocupação política volta em Doces poderes (1996), dessa vez sob o ponto de vista do marketing das campanhas eleitorais. O filme estreou em 1997 no Festival de Sundance e, no mesmo ano, foi exibido no Festival de Berlim. Em 2000, lançou Brava gente brasileira sobre a relação entre colonizadores e índios no interior do Brasil. Em 2003, filmou Quase dois irmãos, um drama político sobre o conflito entre a classe média e a favela em três diferentes épocas e situações, rendendo-lhe inúmeros prêmios, como melhor direção e melhor filme latino-americano pela Fipresci no Festival do Rio 2004, melhor filme no Primeiro Amazonas Film Festival e melhor filme no Festival de Mar Del Plata 2005. No Festival do Rio de 2005, estreou o documentário O olhar estrangeiro e, na edição de 2007, Maré, nossa história de amor, uma coprodução Brasil-França selecionada para a mostra Panorama do Festival de Berlim, em 2008.