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BRASÍLIA

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SOB O SIGNO DA POESIA

Direção: Neto Borges | Documentário, cor, digital, 70min, DF, 2011
Elenco:
Zeca Baleiro, Reynaldo Jardim, Nicolas Behr, TT Catalão, Maria Maia, Renato Matos, Néio Lúcio, Valéria Lehmann, Ivan Presença, Bené Fonteles, Miquéias Paz, Vladimir Carvalho, Gongon, João Santana, Chico de Assis, Meneses y Moraes, Gustavo Dourado, Kakau Teixeira, Sóter, Radicais Livres, Raul de Xangô, Bic Prado, Eliana Carneiro, Donne Pitalurgh, Clarice Gonçalves, Marina Mara, Reginaldo Gontijo, Lilia Diniz, GOG, Vicente Sá, Luiz Turiba, Mel da Terra, Ivan Monteiro, Viktor Alegria, Adirson Vasconcelos, Pajé Santxiê, Aldo Justo, Renato Vasconcelos, Paulo Djorge, Ézio Pires, Anderson Braga Horta e Cassiano Nunes



DATA E LOCAL DE EXIBIÇÃO

22 de setembro de 2012, 14h
Sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro

SINOPSE

Se as cidades tivessem signos, o de Brasília seria a Poesia, o seu ascendente seria a diversidade e a sua lua seria povoada por poetas. O filme traz versos declamados em feixes de luz dando forma à história lírica da cidade desde quando nossos ancestrais indígenas habitavam essas terras de árvores retorcidas. Além da rica fotografia, o filme rima música com chuva e com seca do cerrado, e as cores do céu tiram os sentidos para dançar. Artistas contam história de movimentos culturais pela ocupação dos espaços públicos, como o Concerto Cabeças. E cinquenta anos depois, ainda é proibido pisar na grama?



CRÉDITOS

Produção executiva e som: Raíssa Ladeira
Roteiro, fotografia e montagem: Neto Borges
Animação: Makistony Carvalho
Trilha sonora e música original: Claudio Vinicius Fialho
Produtora: Olho Filmes



DIREÇÃO

Neto Borges
Cineasta documentarista. Tem mestrado em Cinema Antropológico e Documentário pela Universidade de Paris X - Nanterre e Paris I - La Sorbonne. Na sequência, deu início ao doutorado em Cinema Antropológico e Documentário na mesma universidade. Concluiu o curso de especialização no Institut International de l’Image et du Son, Paris, França, de técnicas audiovisuais em roteiro, câmera e técnicas de som, especializando-se em montagem. Realizou os filmes Ritxoco, arte e ofício do povo Karajá (2012), O cuidar nos terreiros (2012), Sob o signo da poesia (2011), Cada terra tem seu uso, cada roda tem seu fuso (2008), Pep Cahoc (2007), A festa da fé (2007) e Caburé, esteiras de areia (2004).