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02/08/2012

Mostra Brasília - Troféu Câmara Legislativa

Em sua 17ª edição, o Troféu Câmara Legislativa chega num formato renovado, com prêmios mais volumosos e produções selecionadas por uma comissão. Promovido pela Câmara Legislativa do Distrito Federal, o Troféu visa premiar exclusivamente produções realizadas no DF, em curta, média e longa-metragem. Foram 94 filmes inscritos. Destes, uma comissão formada por cineastas, produtores, críticos e professores de cinema escolheu 18 - dois longas e 16 curtas-metragens, sendo seis documentários e 12 ficções. Estes títulos irão disputar R$ 200 mil em prêmios, durante o FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO. A Mostra Brasília será exibida ao longo dos dias 22 e 23 de setembro, na Sala Martins Penna do Teatro Nacional Cláudio Santoro. Entrada franca.

Todas as 94 produções da cidade foram atestadas pela Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo - ABCV e submetidas a uma comissão de seleção composta por especialistas na área: Anamaria Mühlenberg, produtora de cinema; John Howard, cineasta; Manfredo Caldas, cineasta; Raquel Imanishi, professora de Filosofia (UnB); e Sergio Bazi, jornalista e crítico de cinema. Para o coordenador do Festival de Brasília, Sérgio Fidalgo, é com muito prazer que o Festival acolhe a Mostra Brasília: "O Troféu Câmara Legislativa está consolidado e é fundamental para o cinema da cidade", diz. O cineasta Kleber Machado, da ABCV, concorda e arremata: "o momento é de pensar o cinema brasiliense".

Ao longo de 16 anos (esta será a 17ª edição do Troféu), a CLDF já premiou 52 filmes, entre longas-metragens, curtas-metragens (em 35mm e 16mm), além de vídeos. E já investiu cerca de R$ 1,2 milhão no cinema brasiliense, por meio dos prêmios. A lista foi divulgada hoje, terça-feira (31) pelo presidente da Câmara Legislativa, deputado Patrício (PT). "É nosso dever apoiar a produção cinematográfica de Brasília. E achamos que podemos contribuir muito mais, além da premiação", afirmou ao anunciar os selecionados.

 

SELECIONADOS

Longa-Metragem

- Parece que existo, de Mario Salimon (documentário)
- Sob o signo da Poesia, de Neto Borges (documentário)

Curta-Metragem

Ficção

- A caroneira, de Otavio Chamorro e Tiago Vaz
- Bibinha, a luta continua!, de Adriana de Andrade
- Colher de Chá, de J. Procópio
- Hereditário, de Sérgio Lacerda e Johil Carvalho
- Hex omega, de Diogo Serafim
- Kinólatras, de Tiago Belotti, Rodrigo Luiz Martins e Gustavo Serrate
- Meu amigo Nietzsche, de Fáuston da Silva
- Na cozinha, de André Luis da Cunha
-O corpo da carne, de Marisa Mendonça
- Sagrado coração, de Cauê Brandão
- Um Copo D'água, de Maurício Chades
- Véi, de Érico Cazarré e Juliano Cazarré

Documentário

- A Jangada de raiz, de Edson Fogaça
- Cidadão de Limpeza Urbana, de Lucas Madureira e Thandara Yung
- Vida Kalunga, de Betânia Victor Veiga
- Zé do pedal, acima da terra e abaixo do céu, de Márcio Garapa e Viça Saraiva

 

PREMIAÇÃO

Os premiados serão escolhidos por um júri composto por três membros, apontados pela CLDF. Haverá ainda prêmios do júri popular e para categorias técnicas, que poderão ser escolhidos entre os filmes selecionados, independentemente da categoria e da duração.

As regras do Troféu, este ano, foram sugeridas à CLDF por um grupo de trabalho que teve representantes da ABCV; Associação de Produtores e Realizadores de Filmes de Longa Metragem de Brasília - Aprocine; Associação das Produtoras Brasileiras de Audiovisual - APBA-CO; do Coletivo Ceicine; além da Secretaria de Cultura. Os parlamentares acataram as propostas e aprovaram a Resolução nº 259/2012, que determina a seguinte premiação:

Prêmios do Júri Oficial

. Melhor longa-metragem: R$ 80.000,00 (oitenta mil reais);
. Melhor curta-metragem: R$ 30.000,00 (trinta mil reais);
. Melhor direção: R$ 6.000,00 (seis mil reais);
. Melhor ator: R$ 6.000,00 (seis mil reais);
. Melhor atriz: R$ 6.000,00 (seis mil reais);
. Melhor roteiro: R$ 6.000,00 (seis mil reais);
. Melhor fotografia: R$ 6.000,00 (seis mil reais);
. Melhor montagem: R$ 6.000,00 (seis mil reais);
. Melhor direção de arte: R$ 6.000,00 (seis mil reais);
. Melhor edição de som: R$ 6.000,00 (seis mil reais);
. Melhor captação de som direto: R$ 6.000,00 (seis mil reais);
. Melhor trilha sonora: R$ 6.000,00 (seis mil reais).


Prêmios do Júri Popular

. Melhor longa-metragem: R$ 20.000,00 (vinte mil reais);
. Melhor curta-metragem: R$ 10.000,00 (dez mil reais).

 

Seminário - O presidente da CLDF também anunciou a realização de um seminário para discutir o cinema de Brasília, o Troféu Câmara Legislativa do DF e a exibição dos filmes selecionados para concorrer à premiação durante o Festival de Brasília. Ele observou que a Câmara Legislativa - que organizará o evento - acatou sugestões do grupo de trabalho e da Comissão de Seleção para que o assunto fosse debatido. "A nossa intenção é realizar um seminário tendo como convidados especialistas no tema, representantes das entidades dos realizadores, da Secretaria de Cultura, dos cursos de cinema, cineastas e a imprensa", observou o deputado Patrício.

O seminário deve acontecer no mês de outubro, após o Festival de Brasília, com apoio do Conselho Curador de Cultura da Câmara Legislativa e da Escola do Legislativo (Elegis).

 

PROGRAMAÇÃO

SÁBADO, 22 DE SETEMBRO, 14H

Um copo d'água, de Maurício Chades, 11 min
Bibinha, a luta continua!
, de Adriana de Andrade, 19 min
Na cozinha
, de André Luis da Cunha, 7 min
Sob o signo da Poesia
, de Neto Borges, 70 min

Tempo total: 1h47

 

SÁBADO, 22 DE SETEMBRO, 16H

Cidadão de limpeza urbana, de Lucas Madureira e Thandara Yung, 18min59
Kinólatras
, de Tiago Belotti, Rodrigo Luiz Martins, Gustavo Serrate, 14 min
Vida Kalunga
, de Betânia Victor Veiga, 18 min
Meu amigo Nietzsche
, de Fáuston da Silva, 15 min
A jangada de raiz,
de Edson Fogaça, 25 min
O corpo da carne
, de Maria Mendonça, 18min40 - CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 ANOS

Tempo total: 1h49

 

DOMINGO, 23 DE SETEMBRO, 14H

Hex Omega, de Diogo Serafim, 8 min
Colher de chá,
de J. Procópio, 25 min
Parece que existo
, de Mario Salimon, 73 min

Tempo total: 1h46

 

DOMINGO, 23 DE SETEMBRO, 16H

Sagrado coração, de Cauê Brandão, 24 min - CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 ANOS
A caroneira
, de Otavio Chamorro e Tiago Vaz, 19 min - CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 ANOS
Véi
, de Érico Cazarré e Juliano Cazarré, 25 min - CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 ANOS
Zé do pedal, acima da terra e abaixo do céu
, de Márcio Garapa e Viça Saraiva, 24min50 - CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 ANOS
Hereditário
, de Sérgio Lacerda e Johil Carvalho, 20 min - CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 ANOS

Tempo total: 1h52

 

SINOPSES

 A CARONEIRA

Direção: Otavio Chamorro e Tiago Vaz
Ficção, cor, digital, 19min, DF, 2012
Uma mulher misteriosa em busca de vingança. Para enfrentar sua arquirrival, Eleolaine vai enveredar pelo crime e a paixão para fazer justiça.


Elenco:
Ana Lucia Ribeiro, André Deca, Cássia Gentile, Gleide Fermino, Jonathan Andrade, Lisbeth Rios e Marisa Castro.

Produção executiva: Érico Cazarré e Otavio Chamorro
Roteiro:
Otavio Chamorro e Tiago Vaz
Fotografia:
Érico Cazarré
Montagem:
Otavio Chamorro
Som:
Victor Pennington
Direção de arte e cenografia:
Andrey Hermuche
Figurino:
Eduardo Barón
Trilha sonora:
Paulo Roberto e Tanga de Sereia
Produtora:
Caza Filmes Ltda

Otavio Chamorro
É gaúcho e veio para Brasília estudar Audiovisual na UnB. Realizou o curta As fugitivas, premiado como Melhor Roteiro no Festival Mix Brasil e Do andar de baixo, com Luisa Campos. É roteirista de ficção e vídeos institucionais, militante LGBT e especialista em Classificação Indicativa.

Tiago Vaz
Natural de Uberaba e também cursou Audiovisual na UnB. É diretor de arte de vários curtas e foi premiado por esta função no Festival Mix Brasil por seu trabalho em A arte de andar pelas ruas de Brasília, de Rafaela Camelo.

 

A JANGADA DE RAIZ
Direção: Edson Fogaça
Documentário, cor, digital, 25min, DF, 2012

Edilson Miguel da Silva, pescador marítimo artesanal do Ceará, reflete sobre sua opção profissional e sobre um modelo de jangada, feita com raízes, que elegeu como instrumento principal de seu trabalho. Durante mais de 35 anos, construiu e utilizou este tipo de embarcação, enquanto todos os seus colegas migraram para outro modelo, a canoa. Hoje aposentado, é o único em sua região que ainda detém os segredos do saber fazer e decide construir a derradeira, para demonstrar sua técnica.

Elenco: Edilson Miguel da Silva e Maria Francinéa da Silva
Produção executiva, roteiro, montagem e direção de arte: Edson José Alves Fogaça
Fotografia e som: Edson José Alves Fogaça e Patrícia Sardá
Trilha sonora: Mariogil e Rodolfo Stroeter
Música original: Dançapé
Produtora: Edson Fogaça


Edson Fogaça
É arquiteto e designer. Estudou cinema documentário na EICTV, Escuela Internacional de Cine y Televisi ón de San Antonio de los Baños, em Cuba. Desde 1998 desenvolve o Projeto Embarcações do Brasil, em parceria com o fotógrafo Niven Franci, com o objetivo de registrar e documentar o universo das embarcações tradicionais brasileiras. Realizou os documentários Mestres carpinteiros navais do Maranhão (2007) e Terra com água é a terra do mar (2008).

 

BIBINHA, A LUTA CONTINUA!
Direção:
Adriana de Andrade
Ficção, cor, 35mm, 19min, DF, 2012

Com muita alegria e humor o curta-metragem narra 24 horas na vida de Bibinha. Produtor de cinema, soropositivo há 20 anos, continua na luta pela vida e pela arte. Baseado em fatos reais. Um filme de amor à vida!

Elenco: Magno Assis, Ruth Guimarães, Jota Pingo, Gê Martu, Adeilton Lima, Elisete Teixeira, Sergio Sartório, Daniela Gonçalves, Daniela Vasconcelos, Marta Carvalho, Similião Aurélio, Ribamar Araújo, André Deca, Lorena Maria, Andrade Junior, Carlinhos Beauty, Tulio Guimarães, Carlos Machado, Diego de Léon, Cézar Romerito, Tainã Dias, Thiego Amorim, William Ferreira, Catarina Accioly, Léo Britto, Honney, Genilson de Pulcinely, Leandro Menezes, Juliano Coacci, Carlos Machado, Clara Lobato e Narciza Leão.

Produção executiva: Renato Marques e Adriana de Andrade
Roteiro:
Adriana de Andrade
Fotografia:
Andre Luis da Cunha
Montagem:
J. Procópio e Adriana de Andrade
Som:
Francisco Craesmeyer
Direção de arte:
Maíra Carvalho
Cenografia:
Nadine Diel
Figurino:
Frabricio Viana
Trilha sonora e música original:
Assis Medeiros e Jose Flores
Produtora
: Coletivo Casa 30


Adriana de Andrade
É antropóloga, diretora, produtora, câmera de cinema e vídeo e continuísta profissional de cinema. Trabalha com Audiovisual desde 1985. Estudou cinema no Conservatoire Libre du Cinema Français - CLCF em Paris, França. É diretora e produtora no Núcleo de Produção de Programas da TV Senado e em produções independentes do cinema brasileiro. Dirigiu e produziu: Dona Custodia (2007), Ideias do Povo Iolovicth (2008), Azul de Brasília (2010) e Ita e Alaor (2011). 

 

CIDADÃO DE LIMPEZA URBANA
Direção:
Lucas Madureira e Thandara Yung
Documentário, cor, digital, 18min59, DF, 2011 

Diariamente, milhares de quilos de resíduos são descartados. Assim que resíduos que não desejamos mais vão para o lixo paramos de pensar a respeito deles, deixam de fazer parte de nossas vidas. O lixo é matéria desprezível. As pessoas que levam esse lixo, embora recebam, muitas vezes, o mesmo tratamento que o material descartado, são ignoradas. O uniforme alaranjado transforma pessoas em máquinas limpadoras, em serviços prestados. Histórias de trabalho, preconceito, perigo e orgulho, contadas por cidadãos e não vassouras ou pás. Trabalhadores que se tornam invisíveis por lidar diariamente com má educação alheia, o lixo nas ruas.

Elenco: Creuza, Ednaldo, Elizeu, Fernando, Hélio, Lindaura, Maria Aparecida, Marlúcia, Neuza, Rafael, Rosalina, Roseli, Rosilda, Sara, Wesley e Wiliam.

Produção executiva: Lucas Madureira e Thandara Yung
Roteiro e direção de arte: Lucas Madureira e Thandara Yung
Fotografia: Lucas Madureira, José Trindade e Thandara Yung
Montagem e animação: José Trindade
Som, trilha sonora e música original: Tawana Yung
Produtora: Thandara Yung


Lucas Madureira
Jornalista formado pela Universidade Católica de Brasília. Dirigiu os curtas Dança de rua - Vertentes (2011) e Frenesi (2009).

Thandara Yung
Jornalista. Dirigiu os curtas Dança de rua - Vertentes (2011) e Frenesi (2009).

O documentário Cidadão de Limpeza Urbana ganhou o Prêmio Expocom 2012 - Regional Centro-Oeste (Intercom).

 

COLHER DE CHÁ
Direção: J. Procópio
Ficção, cor, 35mm, 25min, DF, 2012
Érico é residente em um hospital público. Sua rotina é como a de tantos que cuidam da saúde dos outros. Érico não está bem.

Elenco: Willian Lopes, Vinícius Ferreira, Edu Moraes, Rafael Oops, Luana Proença, Fernanda Rocha, Paulo Mansur, Larissa Mauro, Julieta Zarza. Participações especiais de Bidô Galvão, Camila Márdila, Douro Moura, Chico Sant'Anna, Lauro Montana, Sérgio Sartório e Dillo.

Produção executiva:
Cleber Machado, Iberê Carvalho e Renato Marques
Roteiro: J. Procópio
Fotografia: André Luis da Cunha
Montagem: Zepedro Gollo
Som: Marcos Manna e Dirceu Lustosa
Direção de arte: Maira Carvalho
Cenografia: Lucas Gehre
Figurino: Fabricio Viana
Trilha sonora e música original: Dillo
Produtoras: Pavirada Filmes e TMTA Comunicação

J. Procópio
É sócio-diretor da produtora Pavirada Filmes, do Coletivo Casa30. Escreveu em 2011 três longas-metragens: Amém, Sem Vestígios e Sequestrados. É coprodutor do longa-metragem O Fim e os Meios, de Murilo Salles. Montou Procura-se (Melhor Curta Júri Infantil e 2º pelo Júri Oficial do Prix-Jeunesse Iberoamericano 2011), Para Pedir Perdão (Melhor Curta no 31º Festival de Havana) e Maria Lenk - a essência do Espírito Olímpico. Diretor de produção de Sonhando Passarinhos, O Filho do Vizinho e Ratão (Melhor Curta, Júri Popular no 38º Festival de Gramado). Codirigiu também o documentário O Prazer de Tocar Juntos e Brasília (Título Provisório), considerado melhor curta pelo Júri Popular no 41º Festival de Brasília. Em 2011, presidiu a Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo - ABCV/DF.

 

HEREDITÁRIO
Direção: Sérgio Lacerda e Johil Carvalho
Ficção, cor, 35mm, 20min, DF, 2012

Um pai, três irmãos, um destino.

Elenco: Alessandro Brandão, Bruno Torres, Túlio Starling, Antônio Fábio, Juliana Zancanaro, Poliana Pieratti e João Antônio.

Produção executiva: Sérgio Lacerda e Johil Carvalho
Roteiro: Sérgio Lacerda
Fotografia: Raquel Aviani e Fabiano Pierri
Montagem: Luiz Filu Matos
Som: Hudson Vasconcelos
Direção de arte, cenografia e figurino: Nadine Diel
Trilha sonora e música original: Pablo Fagundes
Produtora: Muviola Filmes

Sérgio Lacerda e Johil Carvalho
São diretores e roteiristas que trabalham com produções independentes e autorais. A dupla já dirigiu os curtas Reage! (2004), Deus-arma (2009), Memoriam (2011) e Olhos nos olhos (2007) que venceu a Mostra Brasília do 40º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

 

HEX OMEGA
Direção: Diogo Serafim
Ficção, cor, digital, 8min, DF, 2012

A busca pela identidade própria de um jovem, interagindo com as variadas influências que são impressas sobre ele.

Elenco: Guido Dutra, Juliana Jenkins, Rafaella Litvin, Giovanna Buzzi e Mariel Nakane.
Produção executiva, som, figurino e animação: Diogo Serafim
Roteiro: Diogo Serafim e Guido Dutra
Fotografia e montagem: Diogo Serafim e Pedro Pellegrino
Direção de arte e cenografia: Diogo Serafim e Diego Iglesias
Trilha sonora: Ravi Shankar e Philip Glass
Música original: Channels and Winds
Produtora: Diogo Serafim


Diogo Serafim
Estudante, seu primeiro curta é Hex omega, prêmio de melhor filme do Festival Galoisrtes 2012, do Colégio Galois.


KINÓLATRAS
Direção: Tiago Belotti, Rodrigo Luiz Martins e Gustavo Serrate
Ficção, cor, digital, 14min, DF, 2012

Kinólatras Anônimos - Livre-se do vício de fazer cinema sem dinheiro, seguindo os oito passos.

Elenco: Ana Flávia, Tiago Belotti, Rodrigo Luiz Martins, Gustavo Serrate e Hugo Nóbrega.

Produção executiva:
Cineasta 81
Roteiro: Tiago Belotti, Rodrigo Luiz Martins, Gustavo Serrate, Ana Flávia
Fotografia: Eduardo Lopes Fagundes
Montagem e som: Gustavo Serrate
Direção de arte, cenografia e figurino: J. Pingo
Animação: Câmera voadora
Trilha sonora: Kevin Macleod - Contemporary Samples
Música original: Enchanted Journey, Gagool, Isolated e Eastminster
Produtora: Cineasta 81

Tiago Belotti
Dirigiu o longa A capital dos mortos entre outros curtas.

Rodrigo Luiz Martins
Produtor e diretor audiovisual, produziu e dirigiu O canalha (2009); Inóspito (2011) e Projeto nome (2010).

Gustavo Serrate
Jornalista e cineasta, dirigiu Homicida é! (2009), Bastar (2010).


Meu amigo Nietzsche
Direção:
Fáuston da Silva
Ficção, cor, 35mm, 15min, DF, 2012

Alemanha no Século 19 - "... um fantasma ronda a Europa!..." Brasil no Século 21 - " ... um fantasma ronda a América?..." Nietzsche: filosofo alemão do século 19. Sua obra faz apologia ao super-homem e a vontade de poder. Nietzsche tinha consciência de que suas ideias eram incendiarias e declarou - "... meu nome estará unido a algo gigantesco... uma crise como jamais houve na Terra... Eu não sou um homem, eu sou uma dinamite.". Lucas: estudante brasileiro do século 21. Lucas é dotado de fantástica capacidade de liderança, que faz com que, para bem ou para mal, as ideias que entrem em sua cabeça reflitam em todo seu contexto social. Porém ele está prestes a repetir o ano na escola em razão de um grave problema de analfabetismo funcional que precisa ser vencido. O improvável encontro entre Lucas e Nietzsche será o começo de uma violenta revolução dentro da mente de um garoto, dentro de uma família e dentro de uma sociedade. Ao final ele não será mais um menino, será uma dinamite!

Elenco: André Araújo Bezerra, Juliana Drummond, Abaetê Queiroz, Alessandra da Silva, Andrade Jr., Simone Marcelo, Alex Ferro, Ana Cristina França, Mariana Nunes, André Deca e Larissa Carvalho.
Produção executiva: Bruno Torres
Roteiro: Fáuston da Silva e Tatianne da Silva
Fotografia: André Lavenère
Montagem: Fabrício Di Carvalho e Fáuston da Silva
Som: Hudson Vasconcelos
Direção de arte, cenografia e figurino: Carolina Mariko
Animação: Rafael Moura
Trilha sonora: André Morais
Produtora: Aquarela Produções Culturais

Fáuston da Silva
Formado em Audiovisual na Universidade de Brasília. Dirigiu os curtas Arma, Bola e Joe (2007); O egresso (2010); O revés (2011); e Meu amigo Nietzsche (2012). É professor de cinema do programa social Picasso Não Pichava.

 

NA COZINHA
Direção: André Luis da Cunha
Ficção, cor, digital, 7min, DF, 2012

Gente sente, ama, odeia, depende, despreza e sente...falta.

Elenco:
Tiana Oliveira e Maira Oliveira.
Produção executiva: Tatá Ervilha e André Luís da Cunha
Roteiro: Eloá França e André Luis da Cunha
Fotografia e montagem: André Luis da Cunha
Som: Marcos Mana
Direção de arte, cenografia e figurino: Esquadrão da Vida
Trilha sonora: Pixies
Produtoras:
Start Filmes, Esquadrão da Vida e Ervilha Moura Filmes

André Luís da Cunha
Graduado em cinema pela Universidade de Brasília. É diretor, produtor e fotógrafo na realização de documentários e ficções. Em 2008 realizou o longa Ñande Guarani, selecionado para o 41º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e recebeu prêmio de melhor som e melhor documentário de Brasília. Realizou Dia de visita (2007). Recebeu o prêmio Fiesp de melhor fotografia do Cinema Paulista com o longa A concepção e o prêmio José Lewgoy de Melhor Fotografia do Cinema Gaúcho e o de Melhor Fotografia no Festival da Bahia com o média Os cinco naipes. No Festival de Brasília recebeu os prêmios de Melhor diretor por Áporo e Melhor Fotografia por Sinistro, Outros e O perfumado. Em Recife recebeu o prêmio de Melhor Fotografia por Dois filmes em uma noite. É sócio diretor da Start Filmes e faz parte do Coletivo Casa 30.

 

O CORPO DA CARNE
Direção:
Marisa Mendonça
Ficção, cor, digital, 18min40, DF, 2010/2012

Ivan é um açougueiro que, após presenciar a cena de um acidente no qual um operário caiu de um andaime, começa a se sentir angustiado em seu ambiente de trabalho. Uma nova consciência será formada.

Elenco:
Angelo Macarius Pacheco, Flávio Chacal Geromel, José de Campos Nascentes, Marcos Guimarães e Zed Caolho.

Produção executiva: Lorena Figueiredo
Roteiro e montagem: Marisa Mendonça
Fotografia: Patrick Grosner
Som: Danilo Bola
Direção de arte: Jacqueline Pereira e Natália Muffato
Cenografia: Hígor Bontempo
Figurino: Bárbara Viana
Trilha sonora: Guilherme Negrão
Produtora: Refinaria Estúdios

Marisa Mendonça
Estudante dos cursos de Artes Plásticas na UnB e Cinema e Mídias Digitais no IESB. Desenha desde pequena e produz vídeos em formatos videoarte que são publicados na internet há quatro anos. O corpo da carne é seu primeiro filme. 

 

PARECE QUE EXISTO
Direção
: Mario Salimon
Documentário, cor, digital, 73min, DF, 2012

Um filme sobre a arte de João Macdowell e sua geração que, inconformada em ser simples consumidora, produziu sua própria cultura.

Produção executiva: André Luís da Cunha e Mario Salimon
Roteiro, fotografia, montagem e direção de arte: Mario Salimon
Som e trilha sonora: Cláudio Macdowell
Produtora: Start Filmes

Mario Salimon
Diretor formado em comunicação pela Universidade de Brasília e músico compositor. Primeiro longa-metragem do diretor.

 

SAGRADO CORAÇÃO
Direção:
Cauê Brandão
Ficção, cor, digital, 24min, DF, 2012

Após sair da prisão, Paulo tenta se reaproximar da família, mas logo percebe que não será tão simples deixar o passado para trás.

Elenco: Bruno Torres, João Pedro Zaban, André Deca, João Campos, Simone Iliescu, Guido Campos Corrêa e Roque Fritsch.

Produção executiva: Jácio Fiúza e Cauê Brandão
Roteiro: Cauê Brandão
Fotografia: Alexandre Magno
Montagem: Daniel Mal'ak
Som: Hudson Vasconcelos
Direção de arte e figurino: Mallú Moraes
Cenografia: Amanda Devulsky
Trilha sonora e música original: Rafael Maklon
Produtora:
Aquarela Produções Culturais

Cauê Brandão
Cineasta e jornalista formado pela Universidade Católica de Brasília. Trabalha com audiovisual desde 2006 e entre seus trabalhos estão curtas premiados como Medo do escuro (2008), Princípio da incerteza (2009) e O gato na caixa (2010).

 

SOB O SIGNO DA POESIA
Direção:
Neto Borges
Documentário, cor, digital, 70min, DF, 2011

Se cidades tivessem signos, o de Brasília seria a Poesia, seu ascendente seria a diversidade e sua lua seria povoada por poetas. O filme traz versos declamados em feixes de luz dando forma a história lírica da cidade desde quando nossos ancestrais indígenas habitavam essas terras de árvores retorcidas. Além da rica fotografia, o filme rima música à chuva e à seca do cerrado e as cores do céu tiram os sentidos para dançar. Artistas contam história de movimentos culturais pela ocupação dos espaços públicos, como o Concerto Cabeças. E cinquenta anos depois, ainda é proibido pisar na grama?

Elenco:
Zeca Baleiro, Reynaldo Jardim, Nicolas Behr, TT Catalão, Maria Maia, Renato Matos, Néio Lúcio, Valéria Lehmann, Ivan Presença, Bené Fonteles, Miquéias Paz, Vladimir Carvalho, Gongon, João Santana, Chico de Assis, Meneses y Moraes, Gustavo Dourado, Kakau Teixeira, Sóter, Radicais Livres, Raul de Xangô, Bic Prado, Eliana Carneiro, Donne Pitalurgh, Clarice Gonçalves, Marina Mara, Reginaldo Gontijo, Lilia Diniz, GOG, Vicente Sá, Luiz Turiba, Mel da Terra, Ivan Monteiro, Viktor Alegria, Adirson Vasconcelos, Pajé Santxiê, Aldo Justo, Renato Vasconcelos, Paulo Djorge, Ézio Pires, Anderson Braga Horta e Cassiano Nunes.

Produção executiva e som: Raíssa Ladeira
Roteiro, fotografia e montagem: Neto Borges
Animação: Makistony Carvalho
Trilha sonora e música original: Claudio Vinicius Fialho
Produtora: Olho Filmes

Neto Borges
Cineasta documentarista. Tem mestrado em Cinema Antropológico e Documentário pela Universidade de Paris X - Nanterre e Paris I - La Sorbonne. Em seguida, deu início ao doutorado em Cinema Antropológico e Documentário na mesma Universidade. Concluiu o curso de especialização no Institut International de l'Image et du Son, Paris, França, de técnicas audiovisuais em roteiro, câmera e técnicas de som, especializando-se em montagem. Realizou os filmes Ritxoco, arte e ofício do povo Karajá (2012); O cuidar nos terreiros (2012); Sob o signo da poesia (2011); Cada terra tem seu uso, cada roda tem seu fuso (2008); Pep Cahoc (2007); A festa da fé (2007) e Caburé, esteiras de areia (2004).

 

UM COPO D'ÁGUA
Direção: Maurício Chades
Ficção, cor, digital, 11min, DF, 2011

Túlio deixa Patrícia, que traz a dor para o corpo.

Elenco: Tatiana Bevilacqua e Danilo Soares.
Produção executiva: Tuane Vasconcelos
Roteiro: Patrícia Colmenero
Fotografia: Carol Matias
Montagem: Maurício Chades
Som: Elias Guerra
Sound design: Maurício Fonteles
Direção de arte e figurino: Amanda Devulsky
Trilha sonora e música original: Eduardo Canavezes
Produtora: Maurício Chades

Maurício Chades

Estudante de Audiovisual da Universidade de Brasília.  Montou o curta Mãezinha dos tambor, da Dani Azul. Primeiro curta do diretor.

 

VÉI
Direção: Érico Cazarré e Juliano Cazarré
Ficção, cor, digital, 24min59, DF, 2011

O filme retrata a juventude brasiliense por meio da história de Thiago, Derrota e Paulo. Eles são três amigos que passam o dia fazendo o que fazem de melhor: nada!

Elenco: Sérgio Sartório, Juliano Cazarré, André Araújo, Dimer Monteiro, Bidô Galvão e Lauro Montana.

Produção executiva, direção de arte, cenografia e figurino: Érico Cazarré
Roteiro: Juliano Cazarré
Fotografia: Érico Cazarré e André Corrêa
Montagem: Márcio Garapa
Som: Guilherme Grande
Animação: Érico Lisboa
Trilha sonora: Os mocambos, Rupestre, Maracujazz, Nego Moçambique, Super Stereo Surf, Marimba, Totem, Cachorro Grande, Kuase Nada, Patakundum e Brasucas
Música original: Loucos de Pedra, Bantus Reggae, Capitão do Cerrado e Áudio delirium
Produtora: Caza Filmes Ltda

Érico Cazarré
Formado em Audiovisual pela UnB. Já Produziu onze filmes entre curtas e médias e foi diretor de fotografia em quatorze, entre eles o filme-jogo A gruta. Realizou os filmes Jardim japonês (2009; Brasil monumental (2008); Raul de Xangô (2007) Macacos me mordam (2005); Ana Beatriz (2004); Maria morango (2004); Bagulho bom! (2002) e O passeio noturno(2002). 

Juliano Cazarré
Formado em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília. Atuou em quinze longas-metragens, três séries de televisão e duas telenovelas. Escreve roteiros para cinema e seu conto Ana Beatriz adaptado para as telas. Véi é seu primeiro filme como diretor.

 

VIDA KALUNGA
Direção:
Betânia Victor Veiga
Documentário, cor, digital, 18min, DF, 2012

Em busca da liberdade, alguns escravos se refugiaram no interior goiano. Seus remanescentes viveram décadas isolados e somente foram registrados como cidadãos, nos anos 80. Hoje, representam o maior território quilombola do Brasil, localizado a 300 quilômetros da Capital Federal. Vida Kalunga é um documentário que registra um pouco dessa cultura que mostra profunda relação do homem com a terra.

Produção executiva: Betânia Victor Veiga
Roteiro: Betânia Victor, Denise Farage e Juana Roberto
Fotografia: Vagner Jabour
Montagem: Juana Roberto
Som: Chico Borôro, Dirceu Lustosa e Gustavo Campos
Trilha sonora: Renato Matos
Produtora: BVV Produções

Betânia Victor Veiga
É cineasta e publicitária. Trabalha na área do audiovisual há mais de vinte anos. Participou como continuísta ou assistente de direção de várias produções do cinema nacional. Dirigiu os curtas Da utilidade dos animais (2004); Aconteceu no 42º Festival (2010) e Desbravadores de caminhos - uma curta história do Povoado de São Jorge (2010) em parceria com Zepedro Gollo.

 

DO PEDAL, ACIMA DA TERRA E ABAIXO DO CÉU
Direção:
Márcio Garapa e Viça Saraiva
Documentário, cor, 35mm, 24min50, DF, 2012

Um menino sofreu um acidente de carro e entrou em coma. Durante os três dias no coma, Deus falou com ele. O menino despertou e disse à mãe que tinha uma missão. A partir disso, José de Oliveira Souza Junior conheceu o mundo em cima de uma bicicleta e tornou-se o Zé do Pedal.

Produção executiva: Viça Saraiva
Roteiro: Márcio Garapa e Viça Saraiva
Fotografia e montagem: Márcio Garapa
Som: Jorge Pennington
Direção de arte: Daniel Banda
Cenografia: Kátia Ortiz
Figurino: José de Oliveira Souza Junior
Animação: Danilo Lima e Lucas Marasta
Trilha sonora: Lucas Carvalho
Música original: Lucas Carvalho e Lucas Marasta
Produtora: Caza Filmes Ltda

Viça Saraiva
Bacharel em Direito, ingressou no audiovisual como apresentador em programas esportivos antes de se especializar em produção executiva. Produziu diversos curtas, entre eles Papá, de Santiago Dellape (2004); Macacos me mordam, de Erico Cazarré (2005) e Maria morango, de Erico Cazarré (2004). Primeiro filme como diretor.

Márcio Garapa
Fotógrafo e montador. Primeiro filme como diretor

 

 

A 45ª edição do FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO tem coordenação geral de Sérgio Fidalgo e coordenação adjunta de Graça Coutinho. O Patrocínio é da Petrobras, Terracap e BRB. Apoio da Lei de Incentivo à Cultura, CCBB e Câmara Legislativa do Distrito Federal. Apoio cultural: TV Brasil, Canal Brasil, Revista de Cinema ITS - Instituto Terceiro Setor, Teatro de Sobradinho e SESC/DF. Realização: Secretaria de Cultura, Governo do Distrito Federal.

 

 

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