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O REI DE UMA NOTA SÓ E A BORBOLETA AZUL
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O REI DE UMA NOTA SÓ E A BORBOLETA AZUL

Direção Carlos Del Pino
Ficção, cor, 35mm, 71min08, DF, 2013

Elenco: Catarina Acioly, Marianne Vicenthini, Alexandro Brandão, Sérgio Fidalgo, Miquéias Paz e Luciano Porto

Classificação indicativa: Livre

SINOPSE

As duas estórias das mini óperas abordam temáticas sociais e ecológicas características da condição humana, que são antigas e também atuais, e, por isso, eternas na história da humanidade.  No primeiro episódio, o rei, um tirano insensível e sem escrúpulos, promulga em seu castelo leis absurdas, como "é proibido ser livre". O jovem príncipe tenta convencer seu pai ser mais generoso com o povo. Quando surge para realeza Utopiano, o personagem invisível? No castelo, com seu bastão mágico, enfeitiça o perverso rei. A partir desse momento, o rei passa a emitir uma nota só perdendo os poderes de governar.
O segundo episódio se passa em uma escola tradicional. Um grupo de alunos se rebela contra a decisão arbitrária da direção de destruir o que julgam ser encantado: o bosque da lendária Borboleta Azul. Os alunos fazem um manifesto contra a destruição do bosque, onde vive a Borboleta Azul, a despeito dos argumentos do professor Aurélio. Os estudantes insistem na salvação do bosque para preservar a natureza e acabam descobrindo a inexistência da Borboleta Azul. Mesmo assim, querem preservar a lenda.

CRÉDITOS

Produção executiva Carlos Del Pino
Roteiro Carlos Del Pino – Libreto Óperas Jorge Antunes – Ideia original A Borboleta Azul, de Cristovam Buarque
Fotografia André Luís Da Cunha
Montagem Rodrigo Benevello
Som Cia do Gato SP Estúdio e Visom Digital
Direção de arte e cenografia Maria Carmen
Figurino Rubens Fonte
Animação Escola De Animação Ozzi
Trilha sonora Jorge Antunes
Música original Maestro Jorge Antunes
Produtora Carlos Del Pino e LB Boubli Produções

DIRETOR(A)

Carlos Del Pino
Natural de Montevidéu, Uruguai, formado pela Escola Superior de Cinema de Santa Fé, Argentina. Em janeiro de 1968 chega ao Rio de Janeiro a convite de alguns integrantes do Cinema Novo Brasileiro, onde se tornou colaborador do movimento. Trabalhou em mais de 70 filmes de longa-metragem como assistente de direção-geral e produtor de finalização dos cineastas como Nelson Pereira dos Santos, Carlos Diegues, Walter Lima Júnior, David Neves, Paulo César Sarraceni, Alex Viany, Humberto Mauro e Luiz Carlos Barreto, Ana Carolina, Geraldo Sarno, Vladimir Carvalho. Além de diversos documentários para TV e cinema, realizou quatro longas em 35mm, O leão do norte, A república dos anjos (épico histórico), o filme-ópera Olga Benário (em produção) e O rei de uma nota só e a borboleta azul.

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LOCAL DE EXIBIÇÃO

Dias 18, 19, 20 e 23, às 10h,
Cine Brasília, entrada franca
 

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