Comissão de Seleção  
Júri

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    • JOSÉ EDUARDO BELMONTE

      Formado em cinema pela Universidade de Brasília, teve aulas com Nelson Pereira dos Santos e trabalhou com Vladimir Carvalho, entre outros. Em seu currículo, cinco curtas-metragens e quatro longas-metragens e cerca de sessenta prêmios nos principais festivais do país. Realizou Subterrâneos, o seu primeiro longa, ainda inédito no circuito comercial. Na sequência, lançou nacionalmente A Concepção. De sua autoria também Meu mundo em perigo, rodado e produzido em 2006 na cidade de São Paulo e exibido em 2010. Em 2009, foi a vez de Se nada mais der certo, seu quarto longa, também filmado em São Paulo, obteve vários prêmios, inclusive internacionais. Já em 2011 filmou Billi Pig, seu quinto longa-metragem, lançado em 2012. Belmonte ainda dirigiu em 2012 e 2013 os longas-metragens O Gorila, Mobília em casa – Móveis Coloniais de Acaju e a cidade  e Alemão.

    • KLEBER MENDONÇA FILHO

      Jornalista formado na Universidade Federal de Pernambuco, atualmente é chefe do setor de Cinema da Fundação Joaquim Nabuco. Escreveu para o Jornal do Commercio, no Recife e colabora sistematicamente com as Revistas Continente e Cinética, além do jornal Folha de S. Paulo. Mantém ainda críticas e análises em seu site CinemaScópio. É também diretor artístico do festival Janela Internacional de Cinema do Recife. Realizou os curtas A menina do algodão (codirigido por Daniel Bandeira, 2003), Vinil verde (2004), Eletrodoméstica (2005), Noite de sexta manhã de sábado (2006), Crítico (2008) e Recife frio (2009). Seus filmes receberam mais de 120 prêmios no Brasil e no exterior, com seleções em festivais como Brasília, Tiradentes, Festival do Rio, Gramado, Karlovy-Vary, Clermont-Ferrand, Hamburgo, BAFICI, Indie Lisboa e Cannes (Quinzena dos Realizadores). O som ao redor, seu primeiro longa-metragem de ficção, foi premiado nacional e internacionalmente.

    • MANFREDO CALDAS

      Após militância nos movimentos culturais em João Pessoa, mais especificamente no cineclubismo em 1969, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se dedicou à montagem cinematográfica e restauração de filmes para a Cinemateca do Museu de Arte Moderna – RJ juntamente com Cosme Alves Neto, chegando a trabalhar com Alex Vianni, David Neves, Olney São Paulo, Orlando Senna, Oswaldo Caldeira, Sergio Santeiro e Vladimir Carvalho. Realiza diversos curtas e médias-metragens, destacando-se Cinema Paraibano – Vinte anos, nau catarineta e Negros de Cedro. Em 1988 conclui o seu primeiro longa Uma Questão de Terra, premiado no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e merecedor da Margarida de Prata da CNBB em 1989. A convite da Escuela Internacional de Cine y Television, em 1990 segue para Cuba para ministrar aulas de montagem e edição. Em Brasília desde 1995, assume a direção do Polo de Cinema e Vídeo do Distrito Federal até o início de 1997. Seu mais recente longa-metragem Romance do vaqueiro voador teve sua estreia nacional na abertura do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro em 2006, integrando também o Festival Ibero Americano – Rio, em 2007, o Festival Internacional de Documentário Santiago Álvares – Santiago de Cuba, em 2008, e conquistando ainda o Prêmio Signis de Melhor Documentário no 20º Rencontres Cinémas d’Amerique Latine de Toulouse – France, 2008.

    • SÉRGIO ALPENDRE

      Crítico de cinema, professor e pesquisador. Colaborador da Folha de São Paulo. Coordenador do Núcleo de História e Crítica da Escola Inspiratorium. Professor do projeto Pontos MIS com o curso Grandes Momentos do Cinema. Editor da Revista Interlúdio e do blog Chip Hazard (convidado do UOL Cinema). Foi curador das mostras Retrospectiva do Cinema Paulista e Tarkovski e seus Herdeiros. Ministra cursos de História do Cinema e oficinas de crítica por todo o Brasil.

    • VINICIUS REIS

      Diretor e roteirista de cinema e TV. Realizou os filmes A cobra fumou (2002), Praça Saens Peña (2010) e Noites de Reis (2012), exibidos em festivais e mostras no Brasil e no exterior. Para a TV, escreveu e dirigiu séries para o Multishow, Canal Brasil, Canal Futura, entre outros. Atualmente desenvolve Molambo, novo projeto de longa-metragem.

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    • ANDREA TONACCI

      Nascido em Roma, Itália, transferiu-se ainda criança para São Paulo, onde reside até hoje. Cursou Arquitetura e Engenharia até o 4º ano, quando resolve se dedicar integralmente ao cinema. Foi professor de Prática Cinematográfica na Escola de Cinema da Universidade São Luís em SP. É autor do prestigiado longa Bang Bang (1971) e foi pioneiro na utilização de equipamento de vídeo portátil no Brasil. Entre 1977 e 1984, como bolsista da John Simon Guggenheim Memorial Foundation, realiza ampla documentação das culturas indígenas das Américas e finaliza os longas Conversas no Maranhão e Jouez Encore Payez Encore. Também é autor de documentários sobre arte Brasileira para a Fundação Bienal de SP, Ministério da Cultura e a Biblioteca Nacional no RJ. Em 2000, filma Serras da desordem, melhor filme e direção no festival de Gramado de 2006. Em 2009 realiza o curta Benzedeiras de Minas. Além de diretor da produtora independente Extrema, atualmente trabalha na finalização do média Já visto jamais visto e no roteiro do longa-metragem Rosa dos ventos.

    • JOEL PIZZINI

      Autor de filmensaios, videoinstalações e textos críticos, conquistou inúmeros prêmios nacionais e internacionais. Filmes como Enigma de um dia (1996) e Anabazys (2009) representaram o país no Festival de Veneza, assim como Glauces, estudo de um rosto (2001) e Dormente (2005) que no Festival de Locarno e Oberhausen. Seu primeiro curta, Caramujo-flor (1989), ganhou o prêmio principal no Festival de Huelva (Espanha). Com os longas 500 Almas (2004) e Anabazys (2009) conquistou os prêmios de Melhor Filme, Som e Fotografia, o prêmio Especial do Júri e o de Melhor Montagem, nos Festivais do Rio, de Mar del Plata e de Brasília, entre outros. É conselheiro da Escola do Audiovisual de Fortaleza; professor da Faculdade de Artes do Paraná e da PUC/RJ; além de curador de diversas mostras e retrospectivas nacionais e internacionais. Em 2012, integrou o projeto "Living Archive", em Berlim, com uma bolsa-residência, dirigiu Olho nu, sobre o músico Ney Matogrosso  e Mr. Sganzerla, vencedor do Festival É Tudo Verdade (2011).

    • VLADIMIR CARVALHO

      Paraibano, mora em Brasília desde os anos 70, depois de longa atividade no Rio de Janeiro, onde foi colaborador de Eduardo Coutinho, Arnaldo Jabor e Geraldo Sarno. Professor emérito da Universidade de Brasília, é um dos fundadores do Polo de Cinema e Vídeo de Brasília e dirige ainda a Fundação Cinememória. Seu primeiro longa-metragem, O País de São Saruê (1971) foi interditado pela censura e só liberado no período da anistia. É autor ainda de O Evangelho segundo Teotônio, Conterrâneos velhos de guerra, Barra 68- sem perder a ternura, O engenho de Zé Lins, Rock Brasília. Quase todos seus filmes receberam prêmios e distinções, sendo detentor de três Margaridas de Prata, outorgadas pela CNBB. Seu mais novo documentário, Rock Brasília – era de ouro, conquistou no Festival de Paulínia o prêmio de Melhor Filme. Atualmente prepara projeto de filmagem sobre a obra e a vida do pintor Cícero Dias.

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    • AMIR ADMONI

      Diretor, animador e designer gráfico independente. Formado em Arquitetura na Universidade de São Paulo, é Mestre em Design pelo Sandberg Instituut em Amsterdã. Linear (2012), seu último curta-metragem, foi considerado o melhor curta-metragem brasileiro no Anima Mundi, tendo recebido ainda um prêmio especial de Carlos Saldanha, além de mais de 40 distinções no Brasil e exterior. Entre outros trabalhos, dirigiu os curtas Monkey Joy (2008) e Timing (2010).

    • DIEGO FLORENTINO

      Diretor, montador e roteirista de cinema e televisão. Formado em cinema pela CINETVPR/FAP, cursa especialização em Cinema, TV & Businnes. Estudou Teatro e participou do Núcleo SESI British Council de Dramaturgia. Dirigiu e montou premiados curtas-metragens, como Com as próprias mãos (2008) e O muro (2009). Estreou como diretor em longa-metragem com Circular (2011).

    • EVA RANDOLPH

      Graduada em Cinema pela Universidade Federal Fluminense e mestre pela Universidade Pompeu Fabra, Barcelona. Seu primeiro filme, Dez elefantes, foi premiado como melhor filme no Festival de Locarno, sendo exibido em mais de 30 festivais nacionais e internacionais. Seu terceiro filme, Menino Peixe, foi selecionado no Festival de Brasília de 2012. Prepara a filmagem de seu quarto longa com roteiro contemplado pela Secretaria do Estado do Rio de Janeiro. É montadora de diversos curtas e longas premiados, como Dreznica, de Anna Azevedo, Na sua companhia, de Marcelo Caetano, Pachamama e Jards, de Eryk Rocha, Dj Duda e Milka Reis, de Murilo Salles, além de Amor, plástico e barulho, de Renata Pinheiro.

    • JULIANA ROJAS

      Formada em cinema na Universidade de São Paulo, dirigiu, em parceria com Marco Dutra, os curtas-metragens O lençol branco (Seleção Oficial – Cinéfondation – Cannes 2005), Um Ramo (Melhor Curta – Semana da Crítica – Cannes 2007) e As sombras. Também realizou os curtas Vestida, pra eu dormir tranquilo (Prêmio Court Toujours – Festival de Toulouse 2012) e O Duplo. Trabalhar Cansa,  primeiro longa de Juliana e Marco, estreou na seleção oficial do Festival de Cannes 2011 – Seção Un Certain Regard. Além de trabalhar como montadora, integra ainda Filmes do Caixote, um grupo de realizadores de cinema.

    • RICARDO MOVITS

      Cineasta, produtor cultural, diretor de televisão, artista plástico, poeta, escritor e compositor. Foi diretor de filmes e projetos como Tendências & Negócios (2011-2013 TV Brasília), Músicas urbanas (2013), O eixo (2010), Pirataria nunca mais (2010), Daminhnão Experiença (2007), Brasil das letras (2007 TV Senado), A última brasa (2006) e Arquivo (2005). Morou treze anos em Los Angeles e foi produtor de vários longas-metragens, curtas-metragens e documentários para cinema e TV. Trabalhou com estúdios de cinema e canais de TV como, Disney, MGM, Paramount, Universal, Discovery, History, entre outros, além de ser diretor de pós-produção da FOX Latin America, em Los Angeles, por dez anos.

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    • AMARANTA CÉSAR

      Professora de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). Possui doutorado em Cinema e Audiovisual pela Universidade de Paris 3, Sorbonne Nouvelle. Organiza o Cachoeiradoc - Festival de Documentários de Cachoeira (BA) e coordena o Grupo de Estudos e Práticas em Documentário da UFRB.

    • CLARISSA CAMPOLINA

      Com formação em Comunicação Social, é pós-graduada em Artes Plásticas. Sócia-fundadora da Teia, dirigiu os filmes Girimunho, Odete, Adormecidos, Notas Flanantes, Trecho. É autora ainda das instalações Rastros - a paisagem invade e Elétrica. Suas obras ganharam prêmios e foram exibidas em festivais de cinema e instituições artísticas no Brasil e exterior, como o MoMA – Museu de Arte contemporânea de Nova York (2011), Festival Internacional de Cinema de Veneza (2011), Festival Internacional de Cinema de Oberhausen (2011), Festival Internacional de Documentário de Amsterdã (2011), Festival Internacional de Locarno (2009), Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano (2008), Festival Internacional de Rotterdam (2007) e Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (2006). Também assina a montagem de filmes brasileiros que se destacaram no cenário brasileiro e internacional.

    • DANYELLA PROENÇA

      É jornalista e mestre em Comunicação Social pela Universidade de Brasília (UnB) com a dissertação “Arqueologia do invisível – reflexões sobre o poético na obra de Luiz Fernando Carvalho”. Roteirizou e dirigiu o documentário Braxília, que fala sobre a relação do poeta Nicolas Behr com a cidade de Brasília. O filme estreou em 2010, no 43º Festival de Brasília, onde ganhou os prêmios de melhor curta-metragem pelo júri popular, melhor roteiro e também o prêmio especial do júri. Desde então, tem circulado por mais de 20 festivais no Brasil e no exterior. Em 2012, foi o único filme brasileiro selecionado para o Zebra International Poetry Film Festival, em Berlim – um dos principais festivais do mundo voltados para o diálogo entre cinema e poesia.

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    • Adriana Vasconcelos

      Graduada em Cinema com mestrado em Arte pela Universidade de Brasília (UnB), é diretora cinematográfica e roteirista profissional. Além disso, é atriz profissional, com passagem pelo curso de Artes Cênicas da UnB e pelo Studio Fátima Toledo (SP). Estreou como diretora de Cinema em 2004, com Só Sofia, premiado no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Senhoras (2010), foi selecionado para vários festivais no Brasil e no exterior. Atualmente trabalha como script doctor/consultora em roteiros e na pré-produção de seu primeiro longa-metragem, 3x4.

    • Ciro Marcondes

      Crítico e professor de cinema, mestre em Literatura pela Universidade de Brasília e doutorando na área de Imagem e Som, também na UnB. Foi professor da mesma instituição (2009-2011) e, atualmente, dá aulas no curso de Cinema e Mídias Digitais do IESB. Traduziu o livro A narrativa cinematográfica, de François Jost e André Gaudreault, pela editora da UnB, e produziu o curso História do Cinema Mundial, em oito módulos, juntamente à UnB e ao GDF. Foi editor do site www.alucinaticos.com.br e é o editor atual do site www.raiolaser.net.

    • Debora Diniz

      Doutora em Antropologia pela Universidade de Brasília (UnB), documentarista e ativista de direitos humanos. Dirigiu seis documentários, ganhadores de mais de 50 prêmios nacionais e internacionais: Uma história Severina (2005), em codireção com Eliane Brum; Habeas Corpus (2005), em codireção com Ramon Navarro; À margem do corpo (2006); Quem são elas? (2006); Solitário anônimo (2007); e A casa dos mortos (2009). É professora dos Programas de Pós-Graduação em Política Social e em Ciências da Saúde na UnB, e também do Programa de Pós-Graduação em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva da Fiocruz. Pesquisadora da Anis – Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero.

    • Eugênio Matos

      Formado em música pela UnB, com mestrado em Trilha Sonora pela Universidade Estadual de Campinhas (Unicamp) e formação em Composição para Cinema e TV pela Universidade da Califórnia, é autor de música original de vários longas-metragens, como Senta a Pua, vencedor do Troféu Câmara Legislativa de melhor longa em 1999. Premiado em vários festivais, o músico tem mais de 25 anos de experiência nas áreas de composição e arranjo, direção de estúdio e palco, além de sonoplastia. Como instrumentista, acompanhou vários artistas nacionais em apresentações pelo país e possui quatro CDs gravados. É professor da Escola de Música de Brasília e do IESB.

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