Petrobras e BNDES apresentam:

OFICINAS

PROGRAMAÇÃO DIÁRIA

16/17/18
19/20/21
22/23/SETEMBRO
FICHA DE INSCRIÇÃO . clique aqui
  • A Evolução do Áudio no Cinema Mundial e Brasileiro - História, Tecnologias e Linguagem +

    Oficineiro: JOSE LUIZ SASSO
    Limite de Vagas: 45 PESSOAS

    Datas: 18,19 e 22 de setembro
    Horário: 13h às 18h
    Local: IESB

    *Inscrições até 10 de setembro

    PRE-REQUISITOS:

    FORMAÇÃO (Grau de instrução, profissão, cursos ou disciplinas):
    - Estudantes de Cinema [formados ou não]
    - Profissionais [reconhecidos no mercado de trabalho] como Editores de Som, Mixadores, Técnicos de Som Direto, Técnicos de Gravação de Músicas e Músicos.

    DESCRIÇÃO DA OFICINA:

    Breve história da evolução do som; A gravação fonomecânica (que antecedeu a eletricidade); O advento da eletricidade; O rádio; A gravação eletromecânica; As tecnologias então existentes e a qualidade do áudio de forma geral; O Som no Cinema Silencioso; O início do Cinema Falado; O Vitaphone; O Som Óptico ou gravação Foto Mecânica; Uso narrativo do som no início do cinema falado; O Som Óptico Estereofônico no desenho “Fantasia” (1940) e a criação de novos conceitos tecnológicos e estéticos; A gravação eletromagnética; O som magnético e sua implementação em novas tecnologias adequadas aos sistemas de projeções em telas panorâmicas: Cinerama (1950), Cinemascope (1953), VistaVision (1954), Panavision (1954) entre outros; O uso da tecnologia estereofônica nos anos 1950: conceitos técnicos e de desenho de som; O som dos filmes brasileiros nos anos 1950 e 1960 e o grande sucateamento dos equipamentos das salas de cinema e dos estúdios de som e consequências; Os avanços tecnológicos no áudio do Cinema Brasileiro a partir do final dos anos 1970 até o início dos anos 1980; O som bom e o som ruim! “O som ruim nunca ficará bom. Eventualmente ele poderá ficar menos ruim. Contudo, o som bom poderá ficar ruim”; O CD (Compact Disk) Inventado em 1979 e comercializado a partir de 1982; Os Estúdio Álamo e a revolução tecnológica do som no Cinema Brasileiro; A gravação óptica monofônica de alta qualidade; A família Barreto e a introdução do conceito de Edição de Som no Brasil; O surgimento dos primeiros profissionais que pensavam o som de um filme - O início do Desenho de Som no Cinema Brasileiro; Um novo conceito e uma nova linguagem na mixagem dos filmes brasileiros; Anos 1980 – Uma revolução tecnológica e na linguagem sonoras dos filmes brasileiros; A trilha musical no Cinema Brasileiro: as músicas de filmes devem ser mixadas para cinema e não para CDs ou outras mídias de uso doméstico - Conceitos técnicos e seus resultados; O primeiro filme brasileiro mixado em Dolby Stereo “Corações a Mil” (1993); O sistema Dolby Stereo se torna uma realidade no Cinema Brasileiro a partir de 1987: Estúdios Álamo, o primeiro estúdio credenciado pela Dolby Laboratories na América Latina – José Luiz Sasso o primeiro técnico credenciado por esse laboratório para mixar filmes nesse formato de áudio; Os primeiros testes com Som Digital gravados em Fitas DAT e o primeiro filme brasileiro com Som Direto gravado nesse novo formato - “Sua Excelência o Candidato” (1992); A utilização do Time Code no Cinema Brasileiro; WaveFrame: a primeira DAW (Digital Audio Workstation) utilizada no Cinema Brasileiro; Os efeitos devastadores dos diversos planos econômicos no Cinema Brasileiro; O fechamento da Embrafilme; Um novo sucateamento de equipamentos; Os sistemas não lineares de montagem de filmes e uma nova metodologia operacional na Edição de Som; O Som Digital no Cinema Mundial: Dolby Digital (1992), DTS (1993), SSDS (1993); Sistema THX (1983); O início da JLS Facilidades Sonoras; A retomada do Cinema Brasileiro – “Carlota Joaquina, A Princesa do Brasil” (1995); O sistema Dolby SR (Spectral Recording); Um novo procedimento operacional com a implementação de gravadores digitais de multipistas – O gravador Tascam DA88 e similares; O adeus aos copiões em película cinematográfica; A chegada das empresas de exibição estrangeiras no Brasil: O início de uma nova era sonora!; JLS Facilidades Sonoras – O primeiro estúdio credenciado pela Dolby Laboratories para mixar filmes no formato Dolby Digital 5.1 (1998); Novos rumos tecnológicos e uma nova linguagem no som dos filmes brasileiros com som 5.1. Erros e acertos; A estética de “desconstrução do som direto” e sua posterior “reconstrução”. Até onde isso funciona?; A “pasteurização” do áudio – Parece que tudo soa igual?; Como fica “realidade sonora” captada pelo Técnico de som Direto nesse processo de desconstrução e reconstrução do áudio?; Será que o ruído de fundo na tomada de som direto realmente é daninho nos atuais conceitos de limpeza do som digital? Realmente existe essa limpeza?; O “chiado” também é som!; Nossos filmes são ricos em sua ruidagem ou são “barulhentos?; Faixa Dinâmica, o que é isso?; Os dias atuais - O que deixamos de fazer e o que estamos fazendo com nosso áudio; O Cinema Digital e a perda de vários padrões e conceitos que eram utilizados na era da película cinematográfica; O áudio no Cinema 3D; Fazemos Filmes ou Videogames?; Estamos no caminho certo?; Alguns conceitos de sonoridade nos filmes mundo afora; Qual é o futuro do cinema mundial?

    C.V. do OFICINEIRO:

    JOSÉ LUIZ SASSO
    Início da carreira profissional em 1968 na extinta AIC [Arte Industrial Cinematográfica São Paulo] até 1972.
    Fundação Padre Anchieta – TV Cultura de São Paulo [de 1971 a 1976] como montador e editor de som de produções cinematográficas da emissora.
    Álamo Laboratório de Cinematografia e Som Ltda. [de 1976 a 1993] como mixador senior e gerente técnico da empresa.
    JLS Facilidades Sonoras Ltda. – Estúdio JLS [de 1993 até o presente momento] como sócio fundador, técnico de mixagem, sound designer e consultor de áudio.
    Primeiro técnico de mixagens da América do Sul credenciado pela Dolby Laboratories [UK] para mixar filmes no então sistema dolby stereo [1984].
    Como técnico de mixagens, mixei mais de 350 títulos de filmes de longas-metragens, masterizei o áudio de aproximadamente 60 títulos de filmes não mixados por mim, mixei mais de 400 títulos de filmes de curtas e médias-metragens, além de ter dado consultoria em tantas outras produções não creditadas.

    Filmografia parcial: www.imdb.com ou www.estudiojls.com.br

  • Cineclube em ação – da história do cinema à iniciação na produção audiovisual +

    Oficineiro: ANA ARRUDA E THAY LIMEIRA
    Limite de Vagas: 20 vagas

    Datas: 17, 18, 19 DE SETEMBRO
    Carga Horária: 15 horas
    Horário: 14h00 às 19h00
    Local: CG do GAMA

    *Inscrições até 10 de setembro

    PRE-REQUISITOS:

    A oficina não possui pré-requisitos.

    DESCRIÇÃO DA OFICINA:

    A Oficina de Formação Cineclubista CINECLUBE EM AÇÃO – da história do cinema à prática cineclubista será realizada durante o 47º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro no Gama/DF, entre 16 e 19 de setembro (de terça a quinta), com duração de 04 dias no turno vespertino (de 14h às 18h), tendo a carga horária total de 16 horas. O conteúdo a ser aprofundado durante a oficina está dividido nos seguintes eixos temáticos: Cineclube, Cinema e Educação; Cinema em Close-up; Vamos cineclubizar?; Cineclube em ação. Cada eixo será apresentado em 01 dia por meio de ferramentas interativas como PowerPoint, linha do tempo, vídeos, material impresso, dentre outros recursos, seguido de atividade prática com os oficinandos. Todas as oficinas serão documentadas por meio de atas de presença, fotos e vídeos. Segue abaixo o conteúdo a ser trabalho por cada eixo temático:

    EIXOS TEMÁTICOS
    1. CINECLUBE, CINEMA E EDUCAÇÃO
    O cinema e o audiovisual na educação
    Educação audiovisual nas escolas
    O cinema como possibilidade lúdica de construção de conhecimento
    Cineclube na escola: A importância do cineclube na formação crítica de alunos e professores

    2. CINEMA EM CLOSE-UP
    História da imagem e a relação da sociedade com a produção do registro imagético
    Breve história do cinema Mundial e Brasileiro
    Linguagem e narrativas cinematográficas
    Análise comparativa entre curta, média produzido para TV, longa, videoclipe e outros formatos audiovisuais
    Produção de conteúdo audiovisual pelos oficinandos

    3. VAMOS CINECLUBIZAR?
    O que é cineclubismo?
    Breve história do cineclubismo Mundial e Brasileiro
    Como organizar um cineclube?
    Criando espaços de exibição para a produção de filmes autorais e/ou produzidos localmente na comunidade
    Montagem e manutenção dos equipamentos
    Documentação (Memória) /Acervo e Comunicação
    Sustentabilidade: Projetos e Editais, Formatos de Parceria

    4. CINECLUBE EM AÇÃO
    Prática cineclubista pelos oficinandos de conteúdo e preparação de sessão cineclubista
    Planejamento para sessão aberta ao público (curadoria, divulgação, equipamento, local, programação, debate, parcerias e mobilização de público)

    C.V. do OFICINEIRO:

    ANA ARRUDA
    Produtora, curadora e programadora, com experiência em mais de 50 Mostras, Festivais de cinema e cineclubes em Brasília e em outras cidades. Sócia da Sétima Produções e coordenadora do Festival Curta Brasília. Jornalista e atuante na área de produção cultural, tem se dedicado a projetos voltados a políticas públicas de promoção, acesso e difusão do audiovisual, tais como: idealização e coordenação de projetos de exibição e de formação em audiovisual com foco no cineclubismo, distribuição de curtas-metragens, e coordenação de eventos que unem cinema, música e outras artes.

    THAY LIMEIRA
    Cineclubista e produtora cultural. Fez parte do quadro fundador dos cineclubes: CINE DEBATE na Universidade Federal Rural de Pernambuco(UFRPE) e CINE MAMAM, projeto de sua autoria, realizado no Museu de Arte Moderna Aluisio Magalhães (MAMAM) em Recife/PE. Integrou o quadro da Federação Pernambucana de Cineclubes (FEPEC) onde ministrou oficinas de criação e fomento de cineclubes nas escolas estaduais da região metropolitana do Recife e a capacitação do Edital Cine Mais Cultura para prefeituras de até 20 mil habitantes de Pernambuco pelo Ministério da Cultura. Atualmente reside em Brasília, onde atua como produtora cultural se dedicando a produção de mostras e festivais de cinema, especialmente no Festival Curta Brasília.

  • Interpretação para o Cinema +

    Oficineiro: SERGIO PENNA
    Limite de Vagas: 30 pessoas

    Datas: 19, 20 e 21 de setembro
    Horário: 13h às 18h Local: UNB

    *Inscrições até 10 de setembro

    PRE-REQUISITOS:

    FORMAÇÃO (Grau de instrução, profissão, cursos ou disciplinas):
    - Boa experiência na área
    - Destinado a profissionais e estudantes da área: atores e diretores de cinema, televisão e teatro.

    DESCRIÇÃO DA OFICINA:

    Este workshop é uma oportunidade de aprofundamento no trabalho do preparador de elenco para cinema e televisão Sergio Penna, através de investigações práticas e reflexões teóricas a partir de seu processo de criação de personagens desenvolvido com os atores nos filmes em que trabalhou, incluindo a exibição de material de arquivo pessoal de making of com etapas da preparação e depoimentos de atores e diretores. O programa do curso terá como foco o naturalismo e a verdade do ator em cena, destacando-se a respiração e o movimento como reveladores de estados de emoção, a memória corporal, o ator-autor e suas contribuições para a mise en scène, tempo real, disponibilidade, concentração e verticalidade.

    C.V. do OFICINEIRO:

    SERGIO PENNA
    é preparador de atores para cinema e para a TV Globo, além de professor convidado da Escola de Comunicações e Artes-USP e da Escuela Internacional de Cine y TV de Cuba. Em cinema, realizou a preparação de elenco de mais de 25 filmes, entre eles “Bicho de Sete Cabeças”, “Chega de Saudade” e “As Melhores Coisas do Mundo”, de Laís Bodanzky; “Carandiru”, de Hector Babenco; “Antonia”, de Tata Amaral; “Não Por Acaso”, de Phillippe Barcinski; “Contra Todos” e “Quanto Dura o Amor?”, de Roberto Moreira; “Batismo de Sangue”, de Helvécio Ratton; “Lula o Filho do Brasil”, de Fabio Barreto; “Bruna Surfistinha”, de Marcus Baldini; “Heleno”, de José Henrique Fonseca; "Faroeste Caboclo", de René Sampaio; e "Gonzaga de Pai para Filho", de Breno Silveira. Sergio Penna tem uma parceria de 14 anos com o ator Rodrigo Santoro em cinema e TV, incluindo sua carreira internacional com “Che”, de Steven Soderbergh; “La Leonera”, de “I Love You Philip Morris” e “Focus”, de Glenn Ficarra e John Requa; “There Be Dragons”, de Roland Joffé; "300, Battle of Artemisia", de Noam Murro e Zack Snyder, "Jane Got a Gun", de Lynne Ramsay; "The 33", de Patricia Riggen; e “Dominion", de Steven Bernstein. Na TV Globo preparou o elenco das novelas e séries "Gabriela", “Amor À Vida” e "Dupla Identidade", direção Mauro Mendonça Filho; e "O Canto da Sereia", direção de José Luiz Villamarin.

  • Introdução a direção de arte para cinema +

    Oficineiro: Moacyr Gramacho
    Limite de Vagas: 20 vagas

    Datas: 17, 18, 19, 22 e 23 de setembro
    Horário: 14h00 às 18h00
    Carga Horária: 20 horas
    Local: Taguatinga – Teatro da praça

    *Inscrições até 10 de setembro

    PRE-REQUISITOS:

    A oficina não possui pré-requisitos.

    DESCRIÇÃO DA OFICINA:

    A oficina visa aproximar o aluno do trabalho de direção de arte a partir do relato sistematizado de experiências vividas pelo ministrante no projeto e construção (filmagem) de longas e curtas metragens realizadas ao longo de sua carreira, e através também de um exercício prático.

    Metodologia: Tal aproximação será realizada através de duas ações:

    1. Mostra de projetos de Direção de Arte acompanhada de trechos dos filmes realizados em paralelo com a descrição das etapas de elaboração, desde analise dos roteiros, decupagem, analise técnica, projeto cenográfico, previsão orçamentária, até a filmagem. Detalhamento de todo o processo visando desenhar um esqueleto invisível da direção de arte;
    2. Exercício prático de conceitualização em direção de arte para um determinado roteiro a ser apresentado no segundo dia de aula.

    Material individual (dos alunos):
    Material pessoal de desenho (lápis, borracha, aquarela, etc...); Fita crepe; Papel canson; Papel manteiga, Papel Kraft.

    C.V. do OFICINEIRO:

    MOACYR GRAMACHO
    trabalha como Diretor de Arte, Cenógrafo e Figurinista em Cinema, Teatro, Dança, Espetáculos Musicais, shows e Exposições. Atualmente exerce a função de Diretor Geral do Teatro Castro Alves em Salvador – BA

    Em Cinema:
    assinou a direção de Arte do longa-metragem “A Luneta do Tempo” com direção de Alceu Valença, prêmio de melhor direção de Arte no Festival de Gramado de 2014; Direção de Arte do longa-metragem “A Última Estação” direção de Márcio Curi; Direção de Arte do curta-metragem “Camila e o Espelho” Direção de Amadeu Alban ; Direção de Arte no longa-metragem “O Homem que não dormia” de Edgard Navarro, melhor direção de arte no Festival de Cinema Brasileiro de Goiânia; Direção do curta-metragem “Cães” juntamente com Adler Paz, melhor ator, melhor fotografia e prêmio da crítica de melhor curta 35 mm no 41º Festival de Cinema de Brasília; Direção de Arte e Figurino do longa-metragem “Pau Brasil” com direção de Fernando Bélens, melhor Direção de Arte no 4º Festival do Paraná de Cinema Brasiliero Latino; Direção de Arte do filme de longa-metragem “Deserto Feliz” direção de Paulo Caldas, prêmio de melhor direção de Arte no Festival de Gramado de 2007; Direção de Arte e Figurino do longa metragem “Cascalho” com Direção de Tuna Espinheira, filme selecionado para o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro em 2004; Direção de Arte e figurino do curta-metragem “Cega Seca” com direção de Sofia Federico, ganhador do Prêmio de melhor curta metragem no Cine Ceará 2004; Direção de arte e figurino do filme de longa-metragem “Eu me Lembro” com direção de Edgard Navarro. (Filme ganhador de 7 Candangos no Festival de Brasília 2005, inclusive melhor filme); Figurino do longa mentragem “O Tronco” com direção de João Batista de Andrade; Figurino do longa metragem “Kenoma”. Direção: Eliane Caffé, realizado em Araçuaí/MG.

  • Novas formas de produção baseado em redes colaborativas +

    Oficineiro: CAVI BORGES
    Limite de Vagas: 20 vagas por turma. Total de 40 vagas

    Datas: 18 a 19 de setembro ou de 22 a 23 de setembro
    Horário: 14h00 às 18h00
    Carga Horária: 8 horas por turma
    Local: Sesc Ceilândia

    Observação: Essa oficina terá duas turmas. A primeira dias 17 e 18 e a segunda turma dias 19 e 20.

    *Inscrições até 10 de setembro
    .

    PRE-REQUISITOS:

    A oficina não possui pré-requisitos.

    DESCRIÇÃO DA OFICINA:

    Com duração de 8 horas, essa oficina mostra atraves das experiências práticas do produtor e diretor Cavi Borges, formas alternativas de produção, finalização, distribuição e exibição. Baseado nas "redes" colaborativas e de cooperativas, tenta estimular aos participantes a fazer cinema, independente de editais e apoios governamentais.

    C.V. do OFICINEIRO:

    CAVI BORGES
    é fundador da Cavideo, locadora referência dos cinéfilos cariocas e que depois tambem se tornou produtora e distribuidora de filmes nacionais. Como produtor, já realizou 32 longas e 93 curtas. Como diretor, já fez 32 curtas e 6 longas. Em 2009 ganhou o prêmio de JOVEM EMPREENDEDOR DO CINEMA BRASILEIRO indo para Londres na etapa mundial. Em 2010 participou na SEMANA DA CRÍTICA em Cannes com o curta "A DISTRAÇÃO DE IVAN". No momento, está lançando seu novo longa "CIDADE DE DEUS - 10 anos depois".

  • O Documentário de Criação: Estratégias Narrativas +

    Oficineiro: JOEL PIZZINI
    Limite de Vagas: 35 pessoas

    Datas: 17, 18, 19, 20 e 21 de setembro
    Horário: 14h às 17h
    Local: UNB

    *Inscrições até 10 de setembro

    PRE-REQUISITOS:

    Dirigido a realizadores, estudantes de artes, comunicação, história e interessados em experimentar as potencialidades do audiovisual como expressão artístico-cultural, o curso apresenta uma visão ampla das experiências de ponta no cinema contemporâneo, com especial foco em nosso país, no sentido de fomentar a produção de filmes que recriem, transcriem e não apenas reproduzam a realidade.

    DESCRIÇÃO DA OFICINA:

    A Oficina pretende expor e discutir o advento do “documentário de criação”, uma forma de expressão que vem se afirmando no cinema brasileiro contemporâneo, rompendo os limites do documentário convencional e abrindo perspectivas para a renovação da linguagem através de abordagens essencialmente subjetivas. Em pauta: a narração polifônica, a montagem nuclear e a construção da paisagem sonora que caracterizam a ruptura das convenções do cinema documental. A busca do sujeito e de pontos de vistas imagináveis sobre o “outro” serão tematizados nesta oficina que pretende além de exercitar criativamente o olhar, explorar as relações entre forma e conteúdo, proporcionar uma visão ampla e sistematizada do cinema auto-reflexivo, denominado hoje como ensaístico. Apresentação e análise de filmes clássicos desta vertente, evocação dos principais movimentos históricos que a influenciam, exercícios práticos, interpretação de textos, manifestos e exposição de estratégias narrativas e métodos utilizados por autores representativos do cinema ensaístico, como Agnes Varda, Godard, Pedro Costa, Chris Marker, Van der Keuken entre outros.

    C.V. do OFICINEIRO:

    JOEL PIZZINI
    Cineasta, pesquisador, autor de ensaios documentais premiados internacionalmente como "Caramujo-Flor" (1988), "Enigma de Um Dia"(1996) "Glauces" (2001) e "Dormente" (2006), Joel Pizzini conquistou com os longas "500 Almas" (2004) e "Anabazys"(2009), além da seleção oficial no Festival de Veneza, os prêmios de Melhor Filme,Som, Fotografia, Especial do Júri, Montagem, nos Festivais do Rio, Mar Del Plata, e Brasília. Para a televisão, a convite do Canal Brasil, realizou os retratos "Um Homem Só"(2001), "Elogio da Luz"(2003), "Retrato da Terra"(2004), "Helena Zero" (2006), entre outros. Conselheiro da Escola do Audiovisual de Fortaleza e Professor da PUC-RJ (pós-graduação em Comunicação) e Faculdade de Artes do Paraná, Pizzini é Curador das retrospectivas "Cinema de Prosa x Cinema de Poesia"(2004), "O Cinema segundo Pasolini" (2005), "Faces de Casavetes"(2006), "Festival Jodorowsky"(2007), e "Estratégia do Sonho, o Primeiro Bertolucci"(2008). Foi artista residente da Unicamp onde desenvolveu projeto sobre a passagem de Rosselini no Brasil e do Arsenal/Fórum da Berlinale, dentro do projeto “Living Archive”. Trabalha ainda como Curador da Restauração da obra de Glauber Rocha, co-dirige os documentários extras dos dvds do cineaste como "Depois do Transe" e "Milagrez". Pesquisador de novas linguagens, participou do projeto Artecidade e da Bienal de São Paulo, Mercosul com videoinstações e direção de performances. Diretor de “Elogio da Graça” (Melhor curta no Grande Premio do Cinema Brasileiro) e Mr. Sganzerla, vencedor do Festival É Tudo Verdade (2010) e HBRFF em Los Angeles. O seu novo filme "Olho Nú" (filmensaio sobre Ney Matogrosso), co-produzido pelo Canal Brasil e Paloma Cinematográfica, foi selecionado oficialmente para o Doc Lisboa, Festivais de Havana, Guadalajara, FIPA (Biarritz) e conquistou os prêmios de Melhor Filme pelo Júri Popular nos FestCine América do Sul e no In-Edit 2013.

  • O que pode a montagem +

    Oficineiro: KAREN AKERMAN
    Limite de Vagas: 30 PESSOAS

    Datas: 17, 18, 19 e 22 de setembro
    Horário: 13h às 17h
    Local: IESB

    *Inscrições até 10 de setembro

    PRE-REQUISITOS:

    FORMAÇÃO (Grau de instrução, profissão, cursos ou disciplinas):
    noções básicas de montagem em Final Cut 7.0.3. Preferência a alunos em processo de conclusão de curso ou formados.

    DESCRIÇÃO DA OFICINA:

    DIA 1: aula inaugural. Conversa com alunos para entender em que estágio de conhecimento estão. Exposição de duas versões de um mesmo curta metragem, que foi montado de formas completamente diferentes. A partir desta exposição, iremos refletir sobre o poder da montagem na construção de personagens em documentários.
    DIA 2,3: As aulas começam com o visionamento de, a cada dia, um curta metragem, em que a montagem prevalece como principal dispositivo do processo de criação. Faremos exercícios de montagem a partir de dois textos, com as mesmas imagens de arquivo e trilhas sonoras.
    DIA 4: Exibição dos filmes feitos, reflexão sobre os exercícios.

    C.V. do OFICINEIRO:

    KAREN AKERMAN
    É sócia da produtora independente Pela Madrugada. Atuou como montadora em mais de quarenta filmes (longas e curtas). Realizou cinco curtas metragens. O seu trabalho foi exibido nos festivais de Rotterdam, San Sebastian, Havana, Cinéma du Réel, Guadalajara, Uppsala, Cine//B, Alcine, Brasília, Rio, Janela do Recife, entre outros. Como produtora foi responsável por mais de vinte curtas metragens. Colaborou como Curadora, Programadora e Júri em Festivais e Mostras no Brasil e Portugal. Recentemente, montou os longas Morro dos Prazeres, de Maria Augusta Ramos (estreia internacional em Rotterdam, estreia nacional em Brasília com os prêmios de melhor direção, melhor som e melhor fotografia) e O Lobo Atrás da Porta, de Fernando Coimbra (estreia internacional em Toronto e premiado como melhor filme em San Sebastian, no Festival do Rio, Havana, entre outros). Atualmente, produz e co-dirige (com Miguel Seabra Lopes) os curtas Confidente e Outubro Acabou!, prepara seu primeiro longa metragem Os Inimputáveis (co-direção com Miguel Seabra Lopes), e monta o longa metragem Sampa, de Maria Augusta Ramos.

  • Oficina de Maquiagem em efeitos especiais e caracterização cinematográfica +

    Oficineiro: ANA PIERONI
    Limite de Vagas: 15 vagas

    Datas: 17, 18, 19, 22 e 23 de setembro
    Horário: 14h00 às 18h00
    Carga Horária: 20 horas
    Local: Teatro de Sobradinho

    *Inscrições até 10 de setembro

    PRE-REQUISITOS:

    A oficina não possui pré-requisitos.

    DESCRIÇÃO DA OFICINA:

    A “Oficina de Maquiagem de Efeitos Especiais e Caracterização Cinematográfica” visa capacitar os oficineiros na produção de Efeitos Especiais com qualidade cinematográfica e construção conceitual e física de personagem (caracterização). Os alunos aprenderão na prática a criar efeitos como feridas, queimaduras e cortes, fabricação de sangue falso e fazer moldes de partes do corpo.

    C.V. do OFICINEIRO:

    ANA PIERONI
    Trabalha desde 2010 como profissional de maquiagem, participando neste período de nove longa-metragens, incluindo os filmes “Faroeste Caboclo”, “Somos tão jovens” e o seriado televisivo “Mandrake” (HBO), além de curta-metragens e publicitários. Também tem experiência como professora, ministrando workshops e palestras de “Maquiagem Cinematográfica e de Efeitos Especiais”. Possui conhecimento e prática em maquiagem social, maquiagem artística e de efeitos especiais.

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