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Direção: Henrique Dantas
Documentário, digital, 25min, BA, 2011
Elenco: depoentes: Conceição Senna, José Carlos Avellar, Orlando Senna, Emanuel Cavalcante, Luis Paulino dos Santos, Silvio Tendler, Alba Liberato, Antônio Emanuel, Olneyzinho São Paulo, Ilya São Paulo, Andre Setaro, Geraldo José, Sonélio da Costa e Iberê Cavalcanti.
27 de setembro/2011
20h30
TEATRO DE SOBRADINHO, CINEMARK TAGUATINGA SHOPPING e TEATRO NEWTON ROSSI (Ceilândia)
20h30 e 22h40
28 de setembro/2011
17h30 e 20h30
O documentário busca recriar a memória do filme Manhã cinzenta, do cineasta autodidata Olney São Paulo, uma das mais belas e contundentes obras cinematográficas produzidas sobre o período da ditadura militar. O filme se utiliza das imagens do Manhã cinzenta exibidas integralmente, como no filme original, em diversos suportes, unindo as diferentes memórias nas vozes dos entrevistados que assistem ao filme 40 anos depois de sua realização. Ser tão cinzento, através do discurso de Manhã cinzenta, narra as atrocidades cometidas durante a ditadura militar.
Produção executiva: Henrique Dantas
Diretor de produção: Marcello Gurgel
Roteiro: Henrique Dantas
Fotografia: Pedro Semanovschi
Montagem: Wallace Nogueira e Henrique Dantas
Som: Som direto: Cleber Moraes, Ana Luiza Penna, Eder Long e Napoleão Cunha
Finalização de som: Waldir Xavier
Direção de arte: Henrique Dantas
Animação: Taygoara Aguiar
Trilha sonora: Ilya São Paulo
Música original: Ilya São Paulo
Produtora: Hamaca Filmes
Henrique Dantas
Graduado em administração de empresas pela Unifacs, em artes visuais pela UFBA e mestre em artes visuais pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia. Está para filmar o curta de ficção vencedor do edital Curta-criança Rodas do imaginário (2011), o longa Sinais de Cinza, o mártir do cinema brasileiro (2011), em fase de montagem; que junto com o curta Ser tão cinzento compõem o projeto Peleja, que são um conjunto de ações ordenadas e junto à família do cineasta Olney São Paulo, visando o reconhecimento do trabalho do cineasta baiano Olney São Paulo. Também dirigiu Filhos de João, admirável mundo novo baiano (2009).