SEMINÁRIOS, DEBATES
PALESTRAS, LIVROS

SEMINÁRIOS

SEMINÁRIO O PRODUTOR E A DINÂMICA DO MERCADO AUDIOVISUAL

21/9, 14h30 às 17h30, Kubitschek Plaza Hotel, salão Caxambu

O fortalecimento do produtor diante dos negócios de distribuição e exibição no Brasil e quais estratégias podem ser adotadas como potenciais para melhorar a distribuição dos filmes nacionais e a rentabilidade dos produtores.

mesa 1: Debora Ivanov (diretora Ancine), Adhemar Oliveira (Espaço Itaú de Cinema), Roberto Jucá (Cesnik) e Marcos Altberg (Indiana Produções Cinematográficas)

mesa 2: Mariza Leão (Morena Filmes), Sandro Rodrigues (H2O Filmes) e Luciane Gorgulho (BNDES) Christian de Castro

Mediação: Marcus Ligocki Jr.


MARCUS LIGOCKI JR. - produtor, roteirista e diretor brasiliense, Marcus Ligocki Jr. é conhecido por seus trabalhos na produção dos filmes O Último Cine Drive-In (2015) e Rock Brasília - Era de Ouro (2011). Sua estreia na direção de longa-metragem aconteceu este ano com a comédia Uma Loucura de Mulher.

SEMINÁRIO DIÁLOGOS DE CINEMA

22/09, 14h30 às 17h30, Kubitschek Plaza Hotel, salão Caxambu

 

O seminário Diálogos de Cinema visa debater questões de gênero e representação cinematográfica, partindo do diálogo e das proposições fílmicas de duas diretoras que estarão exibindo seus novos filmes em uma sessão especial do festival – filmes estes que lançam luz sobre temas como o “male gaze”, o papel do cinema na construção das identidades e a violência contra a mulher.
 

mesa: Dea Ferraz e Paula Sacchetta
mediação: Tânia Montoro
 

DEA FERRAZ - diretora e roteirista, lançou seu primeiro longa-metragem em 2014, de nome Sete Corações, documentário que aborda sete histórias tendo o frevo como ponto de ligação. Seu mais recente filme, a ser exibido em sessão especial no 49º Festival de Brasília, é Câmara de Espelhos.

PAULA SACCHETTA 
- jornalista e documentarista. Em 2013, lançou o documentário em média-metragem Verdade 12.528, codireção com Peu Robles, sobre a Comissão Nacional da Verdade, exibido na 37ª Mostra Internacional de São Paulo. Seu mais novo filme é Precisamos Falar do Assédio (2016), a ser exibido em sessão especial no 49º Festival de Brasília.

TÂNIA MONTORO -
doutora em cinema e televisão pela Universidad Autónoma de Barcelona, com pós-doutorado em cinema pela UFRJ e Deutsches Film Institute. Professora e pesquisadora de teoria e estética do cinema da UnB e realizadora de audiovisual. Membro da linha de pesquisa em Imagem, Som e Escrita do programa de mestrado e doutorado. Publicou diversos livros e artigos sobre cinema, televisão e cultura contemporânea. Integra comissões julgadoras, júri de festivais, curadoria de festivais e mostras de cinema no País e exterior.

SEMINÁRIO CONTINENTE COMPARTILHADO: COPRODUÇÕES BRASIL/PORTUGAL

23/9, 14h30 às 17h30, Kubitschek Plaza Hotel, salão Caxambu


Nos últimos anos, e cada vez com mais intensidade, os acordos de coprodução estão afirmando os cinemas nacionais - problematizando de forma instigante as fronteiras entre o nacional e o transnacional, propondo outras noções de territorialidade e pertencimento. Esse seminário busca refletir sobre experiências de coprodução em filmes recentes, a partir do relato de um diretor que vivenciou este criativo intercâmbio.

mesa: José Barahona (Estive em Lisboa e lembrei de você), Luana Melgaço e João Matos (A Cidade Onde Envelheço)
mediação: Sérgio Moriconi



JOSÉ BARAHONA
- cineasta de origem portuguesa, radicado no Brasil. Seu último filme, Estive em Lisboa e lembrei de você (2015), é uma coprodução entre Brasil e Portugal e trata de um jovem brasileiro que imigra para Portugal em busca de um recomeço profissional e emocional. Adaptado livremente da obra do escritor mineiro Luiz Ruffato, o filme mescla ficção com documentário, utilizando-se de atores não-profissionais e do improviso.

LUANA MELGAÇO
- é formada em comunicação social pela UFMG. Dedicada à produção audiovisual desde 2005, é sócia da Anavilhana desde 2009 e foi membro da Teia, entre 2010 e 2014. É produtora de curtas e longas-metragens de diretores como Clarissa Campolina, Helvécio Marins Jr., Marcos Pimentel, Marilia Rocha, Sergio Borges, entre outros. Seus filmes foram exibidos e premiados nos mais importantes festivais de cinema no Brasil e no mundo.

JOÃO MATOS
- nasceu em Lisboa em 1978. Trabalha em cinema desde 2002, com realizadores como Susana Nobre, Leonor Noivo, Joana Pimenta, Marilia Rocha, Karen Kerman, Marcela Said, Pedro Pinho, Miguel Seabra Lopes, Adirley Queirós e Claudia Varejão, entre outros. Tem produzido filmes em Portugal, Brasil, Chile, França, Suíça, Japão ou Itália,  presentes em inúmeros festivais, com destaque para Cannes, Berlim, Locarno, FID Marseille, Rio de Janeiro, Bafici, Visions du Réel, Rotterdam, San Sebastian, Brasília, Mar del Plata, entre outros. 

SÉRGIO MORICONI
 -
dirigiu vários curtas, entre eles Athos, uma homenagem ao artista Athos Bulcão. Ao lado da Objeto Sim Projetos Culturais, é o criador e curador do Slow Filme - Festival Internacional de Cinema, Alimentação e Cultura Local, que acontece anualmente na cidade goiana de Pirenópolis. Participou como convidado dos festivais de Trois Continents e Toulouse, na França, e da Berlinale, na Alemanha. Curador de inúmeras mostras, como Nação Farkas, Vladimir 70 e Vladimir 80, Jim Jarmusch, Seijun Suzuki e Van Der Keuken. Atualmente é o programador do Cine Brasília, DF.

SEMINÁRIO A CURADORIA DE CURTAS E MÉDIAS NO TEMPO DO DIGITAL

24/9, 14h30, Kubitschek Plaza Hotel, salão Caxambu


A comissão de seleção de curtas e médias do 49º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro reflete e discute com o público e realizadores os dilemas e critérios para se fazer seleções do formato nos tempos em que os filmes se multiplicam, assim como suas durações. Discutirá ainda o panorama atual do curta brasileiro visto no processo da seleção, falando das atuais tendências estéticas e temáticas nos diferentes formatos.

mesa:
Daniel Queiroz, Marisa Merlo e Salomão Santana
mediação: Ana Arruda Neiva



DANIEL QUEIROZ
- nascido em Belo Horizonte, foi programador do Cine Humberto Mauro, diretor de audiovisual da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais e coordenador de programação do Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte. Atualmente é programador do Cine 104 e do festival Semana dos Realizadores.

MARISA MERLO - graduada em cinema pela Faculdade de Artes do Paraná, Marisa Merlo é sócia, desde 2007, da empresa Grafo Audiovisual, onde atua como produtora executiva dos filmes da casa, dentre eles os longas-metragens Para minha amada morta (2015, prêmio do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro) e A gente (2013) e os curtas-metragens Pátio (2013) e A fábrica (2011). É também idealizadora do Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, onde atua como diretora, programadora e produtora desde 2012.

SALOMÃO SANTANA
curador e programador de cinema. Realizou os curtas A Curva (2007); Jarro de Peixes (2008); Matryoshka (2009) e Alguém no futuro (2013), exibidos em mais de sessenta festivais nacionais e internacionais. Trabalhou como curador do Cinema do Dragão/Fundação Joaquim Nabuco, em Recife, e foi responsável pela programação de reinauguração do Cineteatro São Luiz, em Fortaleza. Em 2016, fundou a Celeste, distribuidora e agência de filmes brasileiros e estrangeiros.

ANA ARRUDA NEIVA -
produtora, curadora e programadora, com experiência em cerca de cinquenta mostras e festivais de cinema. Idealizadora e coordenadora do Curta Brasília - Festival Internacional de Curta-Metragem, é sócia-diretora da Sétima Produções Culturais. Tem se dedicado a projetos e parcerias com outros países, com foco em audiovisual, educação, comunicação, tecnologia e novas linguagens. 

SEMINÁRIO A RELEVÂNCIA DO CINEMA AGORA!

25/9, 14h30, Kubitschek Plaza Hotel, salão Caxambu


A mostra Cinema Agora! busca dar espaço na programação do Festival para filmes realizados com recursos próprios e baixos orçamentos, nos mais distintos formatos (ficção, documentário, filme-ensaio), nos quais a principal motivação é a necessidade urgente dos seus realizadores em expressarem ou registrarem determinadas realidades ou histórias, um tipo de produção que cresce em números a cada ano, no Brasil e no mundo. Conta com a participação dos realizadores dos filmes exibidos e a mediação do curador do Festival, Eduardo Valente, proponente do conceito da mostra, buscando discutir aspectos da produção desses filmes, mas também discutir de forma mais ampla a importância e as possibilidades e limites da produção de filmes em formatos similares aos aqui exibidos.

mesa com diretores dos filmes da mostra:
Diogo Noventa (Recado pro Mundão), Daniel de Bem (Eles vieram e roubaram sua alma), Diogo Oliveira e João Vieira Torres (Os pássaros estão distraídos), Arthur Tuoto (Não me fale sobre recomeços), Eduardo Consonni e  Rodrigo Marques (Pedro Osmar, prá liberdade que se conquista)
mediação: Eduardo Valente



EDUARDO VALENTE -
cineasta, crítico e curador de cinema, formado em cinema pela UFF, com mestrado na Universidade de São Paulo. Dirigiu três curtas e um longa-metragem, todos exibidos em distintas mostras do Festival de Cannes, entre outros. Foi editor das revistas de crítica Contracampo (1998-2005) e Cinética (2006-2011). Fundador da Semana dos Realizadores (2009), fez curadoria para vários festivais do Brasil. Entre 2011 e 2016, trabalhou como assessor internacional da Ancine.

DEBATES

COM EQUIPES DE FILMES

MOSTRAS COMPETITIVAS, FILME DE ABERTURA E SESSÕES ESPECIAIS
Kubitschek Plaza Hotel, salão Caxambu


21/9, 10h, Improvável Encontro
e Cinema Novo
mediação: Maria do Rosário Caetano
 

22/9, 10h, Ótimo Amarelo, Quando os dias eram eternos e Rifle
mediação: Marcelo Miranda
 

23/9, 10h, Martírio
mediação: Maria do Rosário Caetano
 

23/9, 11h30, A destruição de Bernardet
mediação: Eduardo Valente
 

24/9, 10h, Solon e O Último Trago
mediação: Luiz Joaquim
 

24/9, 11h30, Constelações e A Cidade Onde Envelheço
mediação: Marcelo Miranda

25/9, 10h, O delírio é a redenção dos aflitos, Estado Itinerante e Elon não acredita na morte
mediação: Luiz Joaquim
 

25/9, 11h30, Abigail e Antes o tempo não acabava
mediação: Marcelo Miranda
 

26/9, 10h, Confidente, Procura-se Irenice e Vinte Anos
mediação: Luiz Joaquim
 

26/9, 11h30, Bodas de Papel, Demônia - melodrama em 3 atos e Malícia
mediação: Maria do Rosário Caetano
 

27/9, 10h, Beduino
mediação: Eduardo Valente
 

27/9, 11h30, Os cuidados que se tem com o cuidado que os outros devem ter consigo mesmos e Deserto
mediação: Maria do Rosário Caetano



MOSTRA A POLÍTICA NO MUNDO E O MUNDO DA POLÍTICA
MOSTRA CINEMA AGORA!
foyer do Cine Brasília, após a exibição dos filmes

21/9,
16h30, Sexo, Pregações e Política
mediação: Eduardo Valente
 

22/9, 16h30, Estopô Balaio
mediação: Marcus Mello
 

22/9, 18h30, Taego Ãwa
mediação: Pablo Gonçalo
 

23/9, 16h30, A Cidade do Futuro
mediação: José Geraldo Couto
 

23/9, 18h20, Entre os homens de bem
mediação: José Geraldo Couto
 

26/9, 15h40, Recado pro Mundão
mediação: Eduardo Valente
 

26/9, 17h, Eles vieram e roubaram sua alma
mediação: Marcus Mello
 

dia 26, 18h20, Os pássaros estão distraídos
mediação: Andrea Cals
 

27/9, 15h20, Não me fale sobre recomeços
mediação: Andrea Cals
 

27/9, 17h, Pedro Osmar, prá liberdade que se conquista
mediação: Pablo Gonçalo



mediadores:

MARIA DO ROSÁRIO CAETANO  - formada em jornalismo e em letras pela UnB. Trabalhou nos  jornais Correio Braziliense, Jornal de Brasília e na TV Globo-DF. Reside há 22 anos em São Paulo. É autora dos livros Cineastas Latino-Americanos  Entrevistas e Filmes e de três volumes da Coleção Aplauso. Escreveu ainda o livro 40 Anos do Festival de Brasília. Organizou as coletâneas ABD 30 Anos Mais Que Uma Entidade Um Estado de Espírito; Cangaço, o Nordestern no Cinema Brasileiro e DocTV Operação de Rede. Para o Festival de Brasília, organizou o livro Paulo Emilio Salles Gomes - O Homem que Amava o Cinema e Nós Que o Amávamos Tanto.


LUIZ JOAQUIM 
- é jornalista graduado pela Universidade Católica de Pernambuco, com mestrado pela UFP. Desde 2001 coordena o Cinema da Fundação Joaquim Nabuco e o Cinema do Museu/Fundaj. Em 2007 criou o site cinemaescrito.com e foi membro fundador da Abraccine. Seu primeiro curta-metragem, Eiffel (2008), foi exibido em alguns festivais e conquistou a empatia do público ao expor seu ponto de vista quanto à situação urbanística no Recife. O segundo curta-metragem chama-se O Homem Dela (2010), uma animação a partir da obra de Edward Hopper e da música de Billie Holiday. O filme ganhou projeção em alguns festivais nacionais.


MARCELO MIRANDA
 - jornalista e crítico de cinema. Escreve na revista eletrônica Cinética. Colaborador de publicações como Interlúdio, Contracampo, Filme Cultura, Teorema, Paisà e Revista de Cinema, dos jornais Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, Estado de Minas e Valor. Membro de comissões de seleção do FestCurtasBH desde 2007 e de outros festivais e mostras, como Brasília, Indie, Festival de Curtas de SP e Cinema Conquista (BA). Mestrando em comunicação na UFMG. Coorganizador do livro Antologia: Revista de Cinema (1954-57/1961-64).


ANDREA CALS 
- formada em jornalismo pela Universidade Federal Fluminense, trabalha desde então na área cultural. Atualmente é curadora, produtora e apresentadora do Canal Curta!, canal independente de TV por assinatura. É criadora, produtora e apresentadora do programa radiofônico semanal Cinema em Sintonia. Foi coordenadora e apresentadora por dez anos (2003-2012) da Mostra Première Brasil do Festival do Rio.


EDUARDO VALENTE 
- cineasta, crítico e curador de cinema, formado em cinema pela UFF, com mestrado na Universidade de São Paulo. Dirigiu três curtas e um longa-metragem, todos exibidos em distintas mostras do Festival de Cannes, entre outros. Foi editor das revistas de crítica Contracampo (1998-2005) e Cinética (2006-2011). Fundador da Semana dos Realizadores (2009), realizou curadoria para vários festivais do Brasil. Entre 2011 e 2016, trabalhou como assessor internacional da Ancine.


JOSÉ GERALDO COUTO 
- formado em história e jornalismo pela USP, é crítico de cinema, jornalista e tradutor. Trabalhou mais de vinte anos na Folha de S. Paulo e três na revista Set. Publicou, entre outros, os livros: André Breton (Brasiliense); Brasil: Anos 60 (Ática) e Futebol brasileiro hoje (Publifolha) e organizou o livro Quatro autores em busca do Brasil (Rocco). Participou com artigos e ensaios dos livros O cinema dos anos 80 (Brasiliense); Folha conta 100 anos de cinema (Imago) e Os filmes que sonhamos (Lume). Escreve regularmente sobre cinema para a revista Carta Capital e mantém uma coluna de cinema no blog do Instituto Moreira Salles.


MARCUS MELLO 
- um dos editores da revista Teorema, fundada em agosto de 2002. Mestre em literatura brasileira pela UFRGS e especialista em gestão cultural pela Universidade de Girona, na Espanha. Entre 2000 e 2013, foi programador da Sala P. F. Gastal, na Usina do Gasômetro, referência do circuito de exibição alternativa na capital gaúcha. Coordenador de cinema, vídeo e fotografia da Secretaria da Cultura de Porto Alegre, e atualmente também responde pela direção da Cinemateca Capitólio. Tem artigos publicados nos livros Cinema dos Anos 90 (Editora Argos, 2005); Cinema Mundial Contemporâneo (Papirus Editora, 2008); Os Filmes que Sonhamos (Lume Filmes, 2011); Irmãos Coen: Duas Mentes Brilhantes (Caixa Cultural, 2012), entre outros.


PABLO GONÇALO
 - é professor de cinema e audiovisual da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, UNILA. Possui mestrado em comunicação pela UnB e doutorado pela UFRJ e pela Universidade Livre de Berlim.É autor do livro O cinema como refúgio da escrita: roteiros e paisagens em Peter Handke e Wim Wenders (Annablume, 2016) e colabora periodicamente com críticas como redator da Revista Cinética. Possui ensaios publicados em jornais brasileiros e publicações estrangeiras e nos livros Visualidades hoje (EdUFBA, 2013); História em quadrinhos: diante da experiência dos outros (Horizonte, 2012) e Paulo Emílio Salles Gomes: o homem que amava o cinema e nós que o amávamos tanto (FAC, 2012). 

DIÁLOGOS INTERATIVOS

palestra A POTENCIALIDADE DA LINGUAGEM AUDIOVISUAL    
21/9, 14h30 às 17h30, Kubitschek Plaza Hotel, salão Leopoldina

ministrante: Victor-Hugo Borges
roteirista e diretor paulista especializado em animação, incluindo o premiado curta Historietas Assombradas (para crianças malcriadas), de 2013, que se converteu em uma série animada já com duas temporadas de grande sucesso junto ao público infantil.


palestra DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA 
22/9, 14h30 às 17h30, Kubitschek Plaza Hotel, salão Leopoldina

ministrante:
Lauro Escorel
é um dos mais conceituados diretores de fotografia brasileiros. Como cineasta, dirigiu o longa Sonho sem Fim. Como diretor de fotografia, trabalhou com alguns dos mais importantes diretores do cinema brasileiro, entre eles: Leon Hirszman, Hector Babenco, Carlos Diegues, Fernando Meirelles, Miguel Faria, Hugo Carvana, Arnaldo Jabor, Suzana Amaral e outros.


palestra 
DIREÇÃO CINEMATOGRÁFICA
26/9, 14h30 às 17h30, Kubitschek Plaza Hotel, auditório Minas Gerais

ministrante:
Kleber Mendonça Filho
roteirista e diretor pernambucano, com curtas e longas amplamente premiados  dentro e fora do Brasil, a destacar O Som ao Redor (2012) e o recém-lançado Aquarius, que concorreu no último Festival de Cannes, um dos mais prestigiados e famosos festivais de cinema do mundo.


curso 
COACHING PARA ATORES
21 a 25/9, Museu Nacional, Auditório 2
21, 9h às 13h e 14h30 às 18h30
22 a 24, 14h30 às 18h30
25, 9h às 13h e 14h30 às 18h30

ministrante:
Bruno Torres
ator e diretor brasiliense, com reconhecido trabalho em mais de 30 produções. Entre seus recentes trabalhos como ator estão: Entrando numa Roubada (2015) e Somos tão Jovens (2013). Em 2016, estreou na direção de longa-metragem com o filme A Espera de Liz, no qual também atua e roteiriza.

LIVROS . DVD

LIVROS e DVD

GLAUBER ROCHA: CINEMA, ESTÉTICA E REVOLUÇÃO
Humberto Pereira da Silva
Paco Editorial, 2016

criador e principal porta-voz do Cinema Novo, Glauber foi o realizador de filmes que inauguraram uma etapa no cinema e na cultura do Brasil, assim como um dos cineastas mais influentes na cinematografia mundial a partir dos anos 1960. E, neste livro, Humberto Silva nos apresenta as evidências concretas de uma parte importante da história de um cinema e de um país.


Humberto Pereira da Silva
- é professor de filosofia, ética, semiótica e metodologia da pesquisa na FAAP. Também exerce a atividade de crítico de cinema, sendo colunista regular na Revista de Cinema, na Revista Orson e nos sites Cinequanon, Mnemocine e SAM – Consultoria e Produções Artísticas. É autor dos livros Ir ao cinema: um olhar sobre filmes (Musa Editorial, 2006); Pragmática da linguagem e ensino de ética: quando dizer não é fazer (Paco Editorial, 2012) e Glauber Rocha: Cinema, Estética e Revolução (Paco Editorial, 2016).



A AVENTURA DO BAILE PERFUMADO: 20 ANOS DEPOIS
Amanda Mansur e Paulo Cunha (organizadores)
editora: CEPE Editora - Companhia de Pernambuco

o filme
Baile Perfumado, dirigido por Lírio Ferreira e Paulo Caldas, acaba de completar 20 anos. Na época do lançamento, foi recebido com espanto, pela ousadia estética do filme. Conectado ao nascente  movimento musical Manguebeat, o longa-metragem inaugurou a nova fase do cinema feito em Pernambuco, com dezenas de filmes igualmente surpreendentes que conquistaram prêmios em festivais de primeira linha no mundo inteiro, tais como, Berlim, Veneza, Rotterdam, Cannes, entre outros. Nesta obra, revelamos detalhes inéditos da aventura de um grupo de jovens cineastas, para tornar o Baile Perfumado realidade. Reunimos depoimentos dos envolvidos no projeto: diretores, produtores, equipe técnica, atores e músicos. Publicamos pela primeira vez o roteiro original completo do filme, além de documentos que registram os momentos cruciais da produção, como: diário de filmagem, cronogramas de produção, aquarelas da cenografia, etc. O historiador Frederico Pernambucano de Mello conta, num texto inédito, como se deu o encontro do Baile Perfumado com as sagas de Benjamin Abrahão e Virgulino Ferreira, o Lampião. Todo esse material é ilustrado pelas belas fotografias de Fred Jordão. 


Amanda Mansur
Custódio Nogueira - é professora do Centro Acadêmico do Agreste da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Possui doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco e pós-doutorado pela mesma Instituição. Cursou o Taller de Roteiro Cinematográfico na Escuela Internacional de Cine y TV de San Antonio de Los Baños - EICTV, em Cuba. Ministra disciplinas, oficinas e minicursos sobre teoria e prática do audiovisual, além de atuar na área como produtora, diretora e continuísta. É autora do livro O Novo Ciclo de Cinema em Pernambuco: a questão do estilo, lançado pela Editora Universitária da UFPE (2010).

Paulo Carneiro da Cunha Filho
- é professor na Universidade Federal de Pernambuco. Doutor em artes pela Universidade de Paris I (1989), fez cinema experimental e foi, durante dois anos, membro do seminário fechado de Christian Metz na École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris, onde também obteve o diploma sob orientação do historiador Marc Ferro. Está vinculado ao Programa de Pós-graduação em Design da UFPE. Publicou, entre outros, os livros: A Utopia Provinciana: Recife, Cinema, Melancolia (2010) e A Imagem e seus Labirintos: o cinema clandestino do Recife, 1930-1964 (2014).



100 MELHORES FILMES BRASILEIROS
Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) e Canal Brasil

100 Melhores Filmes Brasileiros
reúne ensaios de 100 autores, entre eles alguns dos principais críticos e estudiosos de cinema do país, sobre filmes que marcaram história em nossa cinematografia, partindo de Limite (1931) até chegar a Que Horas Ela Volta? (2015).



O CORINGA DO CINEMA
Matheus Trunk 
editora Giostri (2014)

Virgílio Roveda, o gaúcho, foi um dos técnicos mais atuantes do cinema paulista. Iniciou a carreira como figurante. Depois prosseguiu como eletricista, assistente de câmera, iluminador e diretor de fotografia. Paralelamente atuou como assistente de direção, fotógrafo de cena, direção de produção e produtor. Colaborou na realização de mais de 60 longas-metragens nacionais. Trabalhou ativamente com nomes marcantes da cinematografia paulista como Amácio Mazzaropi e José Mojica Marins (Zé do Caixão). Este livro conta com a trajetória deste coringa do cinema.



DOSSIÊ BOCA: PERSONAGENS E HISTÓRIAS DO CINEMA PAULISTA 
Matheus Trunk 
editora Giostri (2014)

na Boca paulista, entre os anos 1970/80, o sonho de fazer cinema virou realidade para muita gente que não tinha dinheiro nem educação formal. Suas histórias estão nesse livro de Matheus Trunk. Histórias de um peão de boiadeiro que conseguiu fazer seu próprio filme sobre os rodeios, de um faxineiro de cinema que se tornou cineasta, de atores que eram contratados no mesmo bar onde comiam fiado ou de um garçom que se tornou o maior montador de filmes da história do Brasil.


Matheus Trunk -
jornalista, escritor, pesquisador e mestrando em comunicação audiovisual. É autor dos livros O Coringa do Cinema (Giostri, 2013), biografia do cineasta Virgílio Roveda e Dossiê Boca: personagens e histórias do cinema paulista (Giostri, 2014). Fundador e colaborador da revista eletrônica Zingu!. Idealizador, produtor e diretor da minissérie de entrevistas Papo de Boqueiro, disponível no YouTube.



CORISCO E DADÁ - APONTAMENTOS SOBRE O FILME
Sylvie Debs e Rosemberg Cariry (organizadores)
editora Interarte. Fortaleza – 2016

a história de Corisco e Dadá
  adquire neste livro o sentido de lugar de observação do trabalho e percurso de Rosemberg Cariry no cinema. Foram enfeixadas aqui inúmeras entrevistas  realizadas com o diretor, artigos de jornal, comentários críticos e demais indicações do conjunto de sua obra, onde a pesquisadora francesa Sylvie Debs nos oferece um rico material para o estado do processo de formação intelectual e artística do cineasta. O trabalho de Sylvie Debs resulta numa costura delicada, oferecendo-nos o registro de suas impressões como estrangeira, em formato de um bordado franco-sertanejo de tocante beleza. Há paixão em tudo: no que Rosemberg faz, em Corisco e Dadá, na visão e aprendizado da francesa tocada pela força de Dadá e por tudo enamorada, no impacto que o citado filme causa em festivais, críticos e jornalistas. A paixão também está nas explicações que o próprio Rosemberg dá sobre si mesmo, na mistura de sua vida com o modo como lê o sertão e o traduz em imagem/linguagem de cinema. Maria Juraci Maia Cavalcante (profª e doutora em Ciências Sociais/UFC)


Rosemberg Cariry
- filósofo de formação e cineasta por vocação. Nasceu em Farias Brito – Ceará, no ano de 1953. Começou sua carreira cinematográfica em 1975. Na década de oitenta, realizou os primeiros filmes documentários profissionais. Um traço marcante da sua obra é a busca sempre renovada das fontes e dos encontros culturais: procura extrair o universal do particular, estabelecer ligações entre as formas eruditas e populares. Entre os seus principais filmes constam: O Nordeste de Ariano Suassuna (minissérie, 2013); Os Pobres Diabos (2013); Siri-Ará (2008); Patativa do Assaré - Ave Poesia (2007); Cine Tapuia (2006); Lua Cambará (2002); Juazeiro – A Nova Jerusalém (1999); Pedro Oliveira – O Cego que viu o Mar (1999); Corisco e Dadá (1995); A Saga do Guerreiro Alumioso (1993) e O Caldeirão do Santa Cruz do Deserto (1986).

Sylvie Debs
- doutora em literatura comparada pela Universidade Le Mirail de Toulouse, Sylvie Debs é considerada uma das maiores especialistas de cinema brasileiro na França. Já publicou Patativa do Assaré (2000), Os mitos do sertão: emergência de uma identidade nacional (2002) e Brasil: o ateliê dos cineastas (2004), assim como inúmeros artigos sobre cinema, literatura de cordel e cultura popular, em revistas especializadas. Exerce o magistério na Universidade de Estrasburgo, França. A partir de 2013, retomou suas pesquisas sobre a cultura  brasileira e, atualmente, coordena a Casa Brasileira de Refúgio – CABRA, a primeira fundada na América do Sul, recentemente criada, com apoio do PEN Clube do Brasil, e integrante da rede do International Cities of Refuge Network – ICORN, voltada para o apoio e proteção a escritores e artistas exilados, em  situação de risco em seus países de origem.



VERDES ANOS: MEMÓRIAS DE UM FILME E DE UMA GERAÇÃO
Alice Dubina Trusz
Editora da UFRGS, 2016

Dirigido por Carlos Gerbase e Giba Assis Brasil, o filme
 Verdes Anos (1984) acompanha as peripécias de um grupo de jovens que vive em uma pequena cidade no interior do Rio Grande do Sul no auge da ditadura militar. Rodado em 35mm, Verdes Anos assinalou o momento de profissionalização da dupla de diretores, egressos do movimento Super-8, transformando-se em objeto de culto para toda uma geração. Fruto de uma ampla pesquisa empreendida pela historiadora Alice Dubina Trusz, o livro Verdes Anos – Memórias de um Filme e de uma Geração inaugura a linha de publicações da Cinemateca Capitólio (instituição mantida pela Secretaria da Cultura de Porto Alegre, dedicada a preservar e difundir a memória do cinema gaúcho). Ao longo de um ano, a autora realizou dezenas de entrevistas com os profissionais envolvidos na produção do filme, e mergulhou em arquivos para vasculhar os jornais da época, a fim de resgatar os bastidores da realização de Verdes Anos e o impacto provocado por seu lançamento, em maio de 1984, no Festival de Cinema de Gramado. A edição inclui ainda o conto original de Luiz Fernando Emediato que deu origem ao roteiro do filme e um caderno com fotos de cena e bastidores das filmagens.


Alice Dubina Trusz
 – pesquisadora, fez graduação, mestrado e doutorado em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Sua tese de doutorado, Entre Lanternas Mágicas e Cinematógrafos: As Origens do Espetáculo Cinematográfico em Porto Alegre (1861-1908), foi contemplada em 2009 com o Prêmio SAV para Publicação de Pesquisa em Cinema e Audiovisual – MinC, e publicada pela editora Terceiro Nome em 2010. Além do cinema, dedica-se a pesquisas sobre outras manifestações visuais, como a fotografia, a imprensa periódica ilustrada, as artes gráficas e a publicidade.



DVD:
ZIRIG DUM BRASÍLIA - A ARTE E O SONHO DE RENATO MATOS
filme de André Luiz Oliveira (documentário, 76min, 2014)

retrato musical de um dos mais originais e instigantes artistas brasileiros, o baiano-candango Renato Matos, compositor, cantor, pintor, escultor, ator de teatro, de cinema, poeta, escritor, performático, pesquisador, inventor de instrumentos musicais. Renato é um artista radical que optou pela invenção diária e permanente à perspectiva de uma carreira de músico sólida (consagrada em Brasília), repetitiva e previsível. Radicado em Brasília desde a década de 1970, Renato - como tantos outros brasileiros de sua geração - saiu da cidade natal para ajudar a construir o perfil artístico e cultural da capital do país. O filme revela musicalmente a sua trajetória. O DVD traz como 
extras o curta Ruidísmos Limítrofes, de André Luiz Oliveira, novos depoimentos e fotos.


André Luiz Oliveira -
nascido em Salvador (BA),  dirigiu os longas Meteorango Kid, o Herói IntergaláticoA Lenda de UbirajaraLouco por Cinema e Sagrado Segredo e os curtas Doce AmargoA FonteO Cristo de Vitória da Conquista; Ladeiras de SalvadorDia de Iemanjá; É Dois de Julho; Vaquejada e a série Musicoterapiautismo. Documentários biográficos de média e longa-metragem: A Nova Ciência - Amit GoswamiO Show da Paz - Gilberto Gil na ONUBric-a-Brac – Revista de Vanguarda; O Cozinheiro do Tempo - Bené Fonteles; Mário Cravo - Exu Iluminado; Agonia e Êxtase - Edgard Navarro, entre outros.

EVENTOS PARALELOS

JORNADA, ENCONTROS e SEMINÁRIOS

JORNADA DE DIREITOS DE AUTOR DIRETORES BRASILEIROS DE CINEMA E DO AUDIOVISUAL
23/9, 15h às 17h, Kubitschek Plaza Hotel, salão Leopoldina

Organizado pela DBCA – Diretores Brasileiros de Cinema e do Audiovisual. Apresentação enfocando a missão da DBCA, 
aos diretores de cinema e do audiovisual, legisladores, gestores culturais, jornalistas especializados, estudantes de cinema e público interessado sobre os aspectos teóricos e práticos da Gestão Coletiva de Direitos Autorais dos diretores de cinema e do audiovisual, os desafios presentes no Brasil e no exterior.

mesa: Sylvio Back, presidente da DBCA, Ricardo Pinto e Silva, secretário Geral da DBCA e Daniel Pitanga, advogado especializado em direitos autorais, da assessoria jurídica da DBCA, membro do escritório Siqueira Castro Advogados.


ENCONTRO PRODUÇÃO AUDIOVISUAL, IDENTIDADE E DIVERSIDADE
– um olhar dos realizadores afrobrasileiros e indígenas sobre o cenário brasileiro do audiovisual
24/09, 14h às 18h, Kubitschek Plaza Hotel, salão Leopoldina

Debate sobre qual é o estado da arte do cinema produzido e dirigido por realizadores (as) afro-brasileiros (as) e indígenas no Brasil. Quais são os principais desafios enfrentados? Quais são as oportunidades no horizonte que podem alavancar e intensificar a presença de realizadores negros (as) e indígenas na cena audiovisual brasileira?

Fruto de uma parceria entre o Festival de Cinema de Brasília, a Secretaria de Cultura do DF e a Fundação Ford, o encontro busca abrir espaço para uma discussão aprofundada sobre o protagonismo negro e indígena por trás das câmeras e os caminhos para a devida e necessária visibilidade das produções audiovisuais afro-brasileiras e indígenas na sociedade brasileira.

Mesa 1, 14h
Um debate com a  nova geração do cinema negro sobre oportunidades e desafios para a produção e distribuição de audiovisual feito por realizadores afrobrasileiros.
Com: Yasmin Thainá, Viviane Ferreira, Diego Paulino, Sabrina Fidalgo, Labelle Rainbow
Moderação: Jeferson Dê

Mesa 2, 16h
Cinema indígena, dinâmicas colaborativas e protagonismo político e cultural dos índios: que políticas de fomento são necessárias para alavancar a reconhecida emergência de um cinema indígena no Brasil?
Com: Graci Kaiowa, Kamikia Kisedje, Takumã Kuikuro, Patrícia Guajajara
Moderação: Daiara Figueiroa


SEMINÁRIO O LEGADO DE FRANCISCO SÉRGIO MOREIRA
25/9, às 10h, Kubitschek Plaza Hotel, salão Leopoldina

Organizado pelo Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro
painel em homenagem ao restaurador e montador Francisco Sérgio Moreira
A obra de Chico Moreira: Mauro Domingues – coordenador-geral de Processamento e Preservação do Acervo do Arquivo Nacional
O trabalho de Restauração de Chico Moreira no CPCB – Solange Stecz – Diretora do Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro

exibição dos curtas-metragens (sala do seminário)
Brasília Ano 10, de Geraldo Sobral Rocha (um dos últimos filmes restaurados pelo Chico em 2015) e Brasília, n.14, edição de José Silva (Cine Jornal da Novacap, da época da construção de Brasília. Restaurado pelo Chico e referenciado por Marco Antônio Guimarães em publicação do Arquivo Público do DF)


formação do júri para concessão do Prêmio Marco Antônio Guimarães.
agradecimentos: Geraldo Sobral Rocha, Arquivo Público do Distrito Federal.


SEMINÁRIO
BERNARDET 80 ANOS: O IMPACTO DE SEU PENSAMENTO NO CINEMA BRASILEIRO
25/9, 14h30 às 17h30, Kubitschek Plaza Hotel, salão Leopoldina

O seminário, promovido pelo Festival de Cinema de Brasília e a Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema), objetiva discutir algumas reflexões de Jean-Claude Bernardet voltadas ao cinema brasileiro.
Partindo do livro organizado por Ivonete Pinto e Orlando Margarido com o mesmo tema, o evento trará a Brasília, além dos organizadores, nomes que contribuíram com análises para o livro, como Tata Amaral, Luiz Zanin Oricchio e Mateus Araujo. O aniversário de 80 anos de Bernardet, comemorado em 2 de agosto, é o mote para, numa perspectiva atual, abordar ideias em torno do papel do Estado no cinema, as relações de classe na temática dos filmes e suas propostas para uma historiografia do cinema nacional, sempre através de intervenções polêmicas e mobilizadoras.

mesa: Luiz Zanin Oricchio, Mateus Araujo, Orlando Margarido, Tata Amaral
mediação: Ivonete Pinto


III ENCONTRO REGIONAL DO AUDIOVISUAL
27/9, 14h30 às 17h30, Kubitschek Plaza Hotel, salão Caxambu

A Regionalização no Cenário da Produção Audiovisual Nacional

14h às 15h30
Os fundamentos da organização audiovisual nas regiões CONNE, histórico da descentralização e necessidade da criação da entidade macrorregional

mesa: Rosemberg Cariry, Afonso Gallindo, Chicão Pill, Douglas de Paula, Marcus Ligocki Jr. e Manoel Rangel (presidente da Ancine).
mediação: Cibele Amaral (Aprocine)

15h45 às 17h30
Bases para criação da CONNE e o fortalecimento do audiovisual da macrorregião 

mesa: Wolney Oliveira, Jorane Castro, Vânia lima, Emilie Lesclaux e Renato Barbieri 
mediação: Manfredo Caldas (Aprocine)

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